Planilha para calcular mesada dos filhos

Um pai preocupado com a educação financeira dos filhos foi destaque durante esta semana em diversos jornais. Ele desenvolveu uma pequena planilha para calcular a mesada das duas filhas. Esta mesada era condicionada ao cumprimento de diversas regras como: escovar os dentes, arrumar os brinquedos, apagar a luz, fazer a tarefa escolar etc. Sempre que alguma regra é descumprida uma pequena multa é cobrada fazendo a mesada diminuir. Ganha a maior mesada o filho que respeita as regras da casa. A planilha recebeu centenas de milhares de compartilhamentos e foi notícia na imprensa (veja a reportagem).

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Muitos pais tentam educar seus filhos oferecendo recompensas. Isto costuma ser condenado pelos especialistas. Um exemplos seria o pai pagar para o filhos e comportar ou pagar quando tira boas notas. Este pai optou por aplicar penalidades financeiras. No lugar de oferecer dinheiro sempre que o filho cumpre um dever  o pai cobra uma multa.  Desta forma a criança percebe que fazer a coisa certa é uma obrigação e fazer a coisa errada produz consequências negativas. Na prática a vida real funciona exatamente desta forma. Se descumprirmos regras de trânsito recebemos multa. Recebemos desconto no salário quando faltamos no trabalho. Quem não paga as contas em dia para juros. Quando o assunto é dinheiro sempre temos obrigações e direitos. E normalmente só temos direito quando cumprimos nossas obrigações. É importante que a criança entenda como funciona este mecanismo.

É claro que para aplicar esta planilha é importante sentar com seus filhos e conversar sobre seu funcionamento e sua utilidade. Não deve ser uma coisa imposta mas negociada. É importante que percebam o objetivo educativo da planilha. É importante que eles entendam que não se trata de castigo mas sim de justiça e merecimento. Devemos merecer nossas conquistas e existem deveres para que tenhamos direitos.

Veja foto da planilha compartilhada milhares de vezes no Facebook:

 

Baixe a planilha

Baixar planilha da Mesada Educativa

Veja uma foto da planilha que o Clube dos Poupadores desenvolveu gratuitamente para você:

 

 

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Para utilizar a planilha basta editar os campos brancos. Comece preenchendo a “Mesada Inicial”, no nosso exemplo foi de R$ 100,00. Você pode personalizar e adicionar novas regras, modificar o custo das penalidades e pode imprimir. A planilha calcula o custo das penalidades e mostra o valor final da mesada. Toda vez que seu filho desobedecer alguma regra você deve registrar no campo “ocorrências”. No final do mês basta imprimir e apresentar o resultado. Converse com ele(a) para que juntos possam buscar melhorias. O gráfico permite observar claramente o quanto da mesada foi consumida pelas penalidades que poderiam ter sido evitadas. Compartilhe com todos os seus amigos e parentes que possuem filhos.

By |11/10/2013|Categories: Ferramentas|38 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

38 Comments

  1. Amanda 28 de janeiro de 2014 at 17:36 - Reply

    Que coisa RiDÌCULA, desconta até por pular na cama/sofá… essas atititudes, querido juiz: São coisas de crianças, e crianças DEVEM ser crianças… DÚVIDO, que alguém nunca tenha pulado na cama quando era criança e ter pensado que isto era muito legal… essas coisas e atitudes só podem ser vividas 1 vez na vida! E outra coisa, um ADULTO escolhe o quê fazer…. eles ESCOLHEM se querem almoçar/jantar, tomar banho, escovar dentes e andar sem cinto de segurança sofrendo as CONSEQUÊNCIAS dos seus atos. Crianças não são esse tipo de “mini-adulto-perfeitinho” que essa planilha HORRIVEL pretende criar… crianças são seres perfeitos e espontâneos. E adultos são seres que tomam decisões a cerca do seu próprio bem estar. Eu acho, que quando essas crianças crescerem vão querer fazer tudo que estava listado na planilha que era “errado”. Que coisa ridícula!!!!

    • Leandro Ávila 29 de janeiro de 2014 at 10:11 - Reply

      Calma Amanda. A planilha pode ser editada e cada pai pode educar o próprio filho da forma que bem desejar. Existem pais que não querem que o filho pule no sofá, já que sofá não foi feito para isto, é uma brincadeira perigosa, e existem brinquedos como pula-pula. Existem outros pais que gostam que os filhos usem o sofá como pula-pula, e não se importam se o filho pular no sofá dos outros parentes e amigos, cada um educa o filho da forma que bem entender modificando a planilha da forma que achar melhor. Já com relação a educação das crianças, a minha opinião pessoal é diferente da sua. Crianças precisam ser educadas para viver em uma sociedade civilizada onde todas as pessoas precisam se submeter a regras (leis) e onde o seu direito termina quando começa o direito do próximo, mesmo que sito seja frustrante. Infelizmente existem pais que não se preocupam em ensinar para as crianças que seus desejos, impulsos e vontades são limitados e que nem tudo é permitido, nem tudo é certo, nem tudo pode ser feito porque vivemos em sociedade. Quando o pai não ensina o filho a respeitar regras e lidar com a frustração, na vida adulta quem ensinará isto será o mercado de trabalho (pessoas indisciplinadas e irresponsáveis não conseguem crescer profissionalmente) e em casos extremos, estas pessoas que não obedecem regras, acabam nos tribunais de justiça ou até dentro das penitenciárias. Mas isto é apenas a minha opinião pessoal. Cada um educa o filho da maneira que acha correto, e a sociedade é que sofre as consequências positivas ou negativas da educação recebida pelas pessoas.

      • Luciano Zago 29 de janeiro de 2014 at 11:38 - Reply

        Concordo com você, Leandro. A educação dos filhos compreende diversos aspectos e é altamente subjetiva, afinal as referências/valores dos pais podem ser bem distintas conforme a educação que também receberam. Infelizmente (ou felizmente) não há uma fórmula pronta, e o que pode ter servido no passado já não se aplica tanto à realidade em que vivemos, e deve-se considerar que nossos filhos estão sendo preparados para um futuro mais incerto ainda. Sempre acreditei que educação familiar não é democracia, do contrário os pais haveriam que abrir mão de todas suas experiências em detrimento às vontades quase sempre descabidas das crianças. Parabéns pelo artigo!

        • Leandro Ávila 29 de janeiro de 2014 at 12:48 - Reply

          Olá Luciano. Obrigado por compartilhar sua opinião. Vou aproveitar sua mensagem para complementar a importância da educação dada pelos pais. É possível ensinar cidadania com o exemplo da criança que pula no sofá. O sofá dentro da residência é um bem de utilidade pública, ou seja, é de uso compartilhado e existe para servir a coletividade. E isto se expande para as pessoas que visitam a casa. O sofá serve para sentar, não foi preparado para pular. Isto significa que pular vai danificar o sofá e isto significa prejudicar todas as outras pessoas da casa que tem o direito de usar o sofá. Além disso usar o sofá como pula-pula representa riscos de acidente. A criança não conhece os riscos. Ela precisa saber que sofá e pula-pula são duas coisas diferentes. O pai e a mãe é responsável por impedir qualquer atividade que ofereça risco e são responsabilizados se qualquer coisa acontecer com a criança. E criança que pula no sofá de casa, vai querer pular no sofá dos outros e ai temos outro problema. Tudo isso faz parte da educação que falta no brasileiro. Com este pequeno exemplo estamos ensinando “cidadania” é o conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive. Se existem pais que acreditam que isto não é importante, seus filhos sofrerão as consequências no futuro já que a sociedade em que vivemos está construída para penalizar os que não sabem viver em sociedade. Um abraço!

    • David Rodriguez 27 de janeiro de 2015 at 14:20 - Reply

      Educação é subjetiva mesmo.

  2. Pricila 7 de fevereiro de 2014 at 15:30 - Reply

    gostei muito da planilha, e com certeza irei aderi-la… e acho que criança tem sim que ter regras e brincadeiras seguras… sofa nao e lugar de pular mesmo… afff meu filho tem 5anos e nao pula em sofa… acho que temos que nos adaptar nos dias de hj pensando no futuro, nas modernidades… antigamente era pular corda, pique pega…etc mais hj as criancas so querem ipad iphone… fazer o que? se nos pais nao aderirmos a isso, nossos filhos serao totalmente ultrapassados… claro que com regras… ameiiiiii e vou fazer a planilha… obrigado pela ideia

    • Leandro Ávila 7 de fevereiro de 2014 at 16:32 - Reply

      As coisas mudam. Em um passado ainda mais distante as crianças brincavam com arco e flecha e espadas. Os brinquedos mudam. Agora a atividade física através da prática de esportes é muito indicada e mais segura que utilizar o sofá como trampolim.

  3. Fabiola 13 de fevereiro de 2014 at 21:40 - Reply

    Adorei essa planilha, já salvei e editei para a realidade que tenho com meu filho. É papel dos pais cuidar, orientar, educar e se necessário “punir” de alguma maneira mediante alguma “regra” que invada o espaço do outro. Vivemos em sociedade, sociedade tem regras…e se nossas crianças não aprenderem a respeitar as regras, estaremos criando monstros! Isso não significa criar ovelhas de rebanho longe disso, mas criar seres humanos cada vez melhores que respeitam seus semelhantes, os animais, a natureza….
    parabéns!

    • Leandro Ávila 14 de fevereiro de 2014 at 17:25 - Reply

      Olá Fabiola, obrigado por compartilhar sua opinião.

  4. Solange 5 de março de 2014 at 23:21 - Reply

    Primeiramente parabéns pela planilha…. Particularmente não aceitava esse “pagamento” aos filhos por coisas que são da obrigação deles: cumprir tarefas… educação… e por aí vai… Mas, hj entendo que nossos filhos vivem um período de formação e, portanto, precisam compreender tais normas da nossa sociedade. Então, a “mesada controlada” parece ser uma forma bacana, ainda mais quando o combinado (no caso meu com meus filhos) é que o dinheiro será utilizado em educação no período em que eles estiverem no ensino superior.
    Mais uma vez, Parabéns!!!!!

    • Leandro Ávila 5 de março de 2014 at 23:38 - Reply

      Obrigado Solange, fico feliz que tenha gostado. Um abraço!

  5. Ramiro 28 de abril de 2014 at 17:39 - Reply

    Gostaria de disponibilizar uma versão que fiz mais completa desta planilha, que faz o calculo da mesada baseado não apenas nas infrações, mas também nas notas (boletim) e faltas no colégio.. 🙂

  6. Michelle 4 de junho de 2014 at 11:27 - Reply

    Eu adorei a ideia e peguei como referencia já que a obrigação de EDUCAR nossos filhos é “nossa” e como disse Meritíssimo Juiz de Direito cada um educa da maneira que acha correto, aliás acho muito válida a troca já que quando não há regras não há referencia.. o que falta nessa geração LIBERTA é referencia que seus pais que acham normal pular no sofá não ensinam… Lá em casa manda eu, obedece ele, e digo que funciona muito bem.. pois tenho um vivencia maior para ensinar os caminhos que devem seguir e suas escolhas são baseadas nos princípios familiares.. Nunca se teve tantas mães enterrando tantos filhos. afinal a vida dirá muitos “NÃO” que ele deverá saber lidar com isso.

    • Leandro Ávila 4 de junho de 2014 at 12:21 - Reply

      Oi Michelle. Eu penso da mesma forma. Nossos filhos nascem em uma sociedade repleta de leis que precisam ser obedecidas. São leis que podem ser até contestadas, mas isto exige meios legais. O respeito a estas leis não é opcional, é obrigatório. Dentro da casa é necessário que exista uma autoridade, normas, leis, justiça, punições, reconhecimento ao mérito. Sim, educar é trabalhoso e chato, o mais fácil seria deixar as crianças crescerem como as plantas, naturalmente livres e sem limitações. Mas isso é impossível, não nascemos sabendo viver em sociedade, é uma coisa que precisamos aprender. Um ser humano sem nenhuma educação, nenhum treinamento para a vida social se torna um ser primitivo movido por instintos, como os animais.

  7. Erick 7 de junho de 2014 at 15:49 - Reply

    Leandro, que ideia bacana. Vou fazer isso comigo mesmo… Só vou tirar dinheiro do banco se for produtivo e cumprir todas as minhas obrigações. Depois falo se funcionou ou não. 🙂
    Abraço.

    • Leandro Ávila 7 de junho de 2014 at 23:57 - Reply

      Olá Erick, é uma boa ideia utilizar com você mesmo, basta definir seus objetivos.

  8. Wilza 18 de setembro de 2014 at 17:06 - Reply

    Amei! Tenho filhos de 11 anos e 5 nos e já aplico algumas regras para a mesada. Trabalhamos tudo em decisão prévia e eles entendem perfeitamente,inclusive as boas ações espontânea deles acrescem centavos a mesada.
    Amei a formalização da ideia do pai e filhos precisam de amor, limites e incentivos!!

  9. Ana Lídia Medeiros 1 de outubro de 2014 at 8:35 - Reply

    Tenho dois filhos de 11 e 9 anos, e tenho certeza que a planilha ajudará bastante, sempre pede dinheiro pro lanche na escola, não gosta de realizar algumas tarefas simples em casa, é uma forma de mostrar, que ainda mais no mundo que vivemos, que temos que lutar, fazer esforços para conseguirmos algo, e ensinar os pequenos a lidar com dinheiro desde cedo, já que na sociedade capitalista que vivemos onde a mídia quer empurrar tudo na gente, como se fossemos maquina de dinheiro, para saber o que vale a pena ou não investir, e posso alem de educar financeiramente criar algumas brincadeiras, tipo acrescentar alguns bônus, por cada vez que atingir as tarefas sem descontos. Joinha a planilha 😉

    • Leandro Ávila 1 de outubro de 2014 at 10:24 - Reply

      Olá Ana, parabéns, este é o caminho.

    • Sergio 29 de dezembro de 2014 at 9:17 - Reply

      Olá Ana, recomendo à todos os pais que assistam um documentário que relata exatamente o que vc comentou.
      Criança, a alma do negócio.
      tem no Youtube.

  10. Jairo César Antas 4 de outubro de 2014 at 11:32 - Reply

    Leandro, é muito fácil falar como Amanda ela fala, porque nunca foi vítima de uma destas crianças que por falta de disciplina, hoje esperam os pais de famílias e estudantes chegarem do serviço ou das faculdades e tiram suas vidas mesmo entregando seus pertences, ela não assistiu o fim da família Ristoff, três filhos de papais criados com um pensamento baseado no dela, meus parabéns Leandro, você esta correto, e quanto Amanda boa sorte, espero que você não esteja criando um ninho de cobras!

  11. Eduardo Sidegum 19 de dezembro de 2014 at 8:07 - Reply

    Hoje é dia de buscar o boletim na escola. Ele tem 10 anos. Li um artigo espanhol, que premiava de acordo com as notas, e adaptei uma planilha. O que acham do método?
    http://shakecomsaude.blogspot.com.br/2014/10/mesada-para-o-filho-quanto.html

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2014 at 0:39 - Reply

      Oi Eduardo. É um método interessante. No mercado de trabalho as pessoas são gratificadas pelos bons resultados. Se o seu filho for um empresário, também será bem ou mal remunerado dependendo dos resultados. O modelo nas escolas é desta forma, acredito que o modelo de avaliação escolar deveria ser diferente, mas já que este é o modelo que todos adotam, remunerar com base nos resultados é apenas um reflexo da realidade que vivemos.

  12. Sergio 28 de dezembro de 2014 at 22:48 - Reply

    Usar dinheiro para educar uma criança?
    Que tipo de pessoa estamos formando com esse método?
    “se vc for educado, te dou dinheiro”
    “e se vc for mal educado, te tiro o dinheiro”
    Estamos lidando com crianças, e não podemos impor
    regras de adultos para educá-las.
    Tudo ao seu tempo, criança tem que brincar, ser criança, e
    no momento certo, vem as responsabilidades de adultos.

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2014 at 12:17 - Reply

      Oi Sérgio, crianças deveriam ser educadas para um dia serem adultas. Hoje são educadas como se fossem crianças para sempre. Um dia terão que lidar com dinheiro e com questões envolvendo responsabilidade e ética. O pai que deixa isso para depois corre o risco de ter que cuidar da “criança” quando ela completar 20, 30 e até 40 anos. O que não faltam são jovens adultos que não querem crescer e que tem enorme dificuldade de lidar com as responsabilidades e com a vida financeira. Continuam vivendo como criança dentro da casa dos pais na vida adulta. É possível ensinar as crianças a lidarem com o dinheiro através de brincadeiras.

  13. Sergio 11 de janeiro de 2015 at 10:17 - Reply

    Mas precisamos envolver dinheiro para que uma criança aprenda ética e responsabilidade?
    Então como fazem as famílias que não disponibiliza de dinheiro?
    Conheço pessoas fantásticas, com um senso ético impecável, e que foram criados em uma
    época em que não se usavam desses artifícios CAPITALISTAS para serem educados.
    Tinham que ter respeito e ética independente de ter dinheiro ou não.
    Hoje as coisas estão caminhando na contra mão do bom senso ético.
    O Dinheiro tomou conta da educação…
    Se tem dinheiro tem respeito e ética, se não tem, teremos uma pessoa despreparada para a vida.
    Recomendo um documentário que fala muito bem desse assunto.
    CRIANÇA, A ALMA DO NEGÓCIO.

    • Leandro Ávila 12 de janeiro de 2015 at 21:58 - Reply

      Olá Sergio. O documentário Criança, A alma do negócio é ótimo. O que vivemos hoje é reflexo da falta de educação financeira na vida das crianças. As crianças precisam aprender a lidar com o dinheiro e com o consumo de forma saudável e isto deveria ser feito pelos pais. O pai que não ensina o seu filho a lidar com o dinheiro corre o risco de ter seus filhos educados pela televisão, pelos comerciais da TV, pelas empresas que produzem material deseducativo que estimula o consumismo. Coloco aqui o link do documentário:

  14. Talita Maris 12 de janeiro de 2015 at 10:41 - Reply

    Leandro, a idéia é realmente ótima…
    Pois estamos num mundo onde o consumismo fala mais alto e cada vez mais rápido.
    Infelizmente Educação financeira deveria ser aula em todas as escolas desde cedo, mas nem sempre é assim.
    Vou fazer sim com minha filha e lógico que incluirá outras regrinhas e talvez tirar algumas, como disse alguns colegas acima, cada pai e mãe sabe o que é melhor e o que pode prejudicar ou não os filhos.
    Minha dúvida, qual a idade legal apra se começar isso? Minha filha tem hoje 1 ano e meio, pensei em começar aos 5 anos…

    Grata e parabéns pela matéria

    • Leandro Ávila 12 de janeiro de 2015 at 21:32 - Reply

      Oi Talita. Eu já li que a idade ideal seria quando a criança aprendeu as operações básicas da matemática na escola. Inclusive você pode usar a planilha para mostrar como matemática é importante.

  15. Sergio 15 de janeiro de 2015 at 17:20 - Reply

    Leandro, nesse ponto eu concordo plenamente com vc, estamos vivendo uma falta de educação financeira, e a relação das crianças com o dinheiro e com o consumo está distorcido.
    Nunca fui contra educação financeira na vida das crianças, sou contra misturar educação financeira,
    com a educação ética.
    Acho importante educar, sem ter que trocar essa educação pela mesada, e quando a mesada for oferecida, fazer com que eles saibam lidar com esse dinheiro que esta sendo introduzido na vida deles, cada coisa no seu devido lugar.
    Não usar o dinheiro para punir alguma coisa que deveria ser feita pela criança, ou premia-la com dinheiro, caso façam algo que deveriam ter feito, tipo, passar de ano na escola.

  16. Ruben 8 de junho de 2015 at 0:41 - Reply

    Bom dia,

    Gostei muito da sua planilha, claro que cabe a cada pai criar seus filhos de acordo ao seu entendimento, para crescer responsáveis na suas atividade do dia a dia, como consigo essa planilha fiz uma mais não tenho habilidades no Excel para tal. Tem alguma ?

    • Leandro Ávila 8 de junho de 2015 at 3:21 - Reply

      Oi Ruben, basta clicar no botão azul, logo abaixo da foto da planilha.

  17. Lívia 2 de julho de 2015 at 21:21 - Reply

    Adorei, já salvei e fiz as alterações que eu achei necessário, já imprimi e mostrei as novas regras ao meu filho. Espero que me ajude. Nesse mundo em que vivemos temos 2 opções: ou educamos nossos filhos com amor e rigor dentro de casa, ou deixamos que o mundo o faça somente com o rigor dos “valores” adquiridos na rua! Aprovada sua iniciativa…

  18. Danilo 10 de outubro de 2015 at 10:23 - Reply

    Achei interessante a ideia, muito embora tenha que alterar algumas regras (“não ir à missa”, por exemplo, não estaria nessa lista). Quando criança, meu pai criou uma planilha que era o contrário: ele atribuía pontos positivos às atitudes que ele aprovava. Cada ponto positivo nos aproximava (meus dois irmãos e eu) do sonho de irmos à Disney (um sonho mais alimentado por nossos pais do que por nós, pra ser sincero). Infelizmente a planilha não foi posta em prática e nunca viajamos pra lá. Por isso gostei da ideia de ir tirando ponto, é algo mais imediato e palpável.

    • Leandro Ávila 10 de outubro de 2015 at 10:38 - Reply

      Oi Danilo, é uma boa ideia atribuir pontos positivos.

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