Alta dos juros nos EUA

Entenda como a alta dos juros nos EUA pode impactar os seus investimentos de renda fixa e variável nos próximos meses e anos.

No momento em que esse artigo está sendo escrito, a alta dos juros americanos já colabora para o aumento do preço do dólar (desvalorização do real), aumento dos juros futuros (que impacta o preço de alguns títulos públicos), pessimismo na bolsa de valores e possível impacto na inflação e Selic no futuro.

Os títulos públicos emitidos pelo governo dos EUA são considerados investimentos de baixíssimo risco por investidores do mundo inteiro. Nada pode ser mais seguro do que emprestar dinheiro para a única entidade capaz de transformar pedaços de papel sem valor em notas que valem US$ 100,00.

De forma simples e didática é isso que torna os títulos públicos de um país qualquer o investimento mais seguro entre todos os oferecidos em sua moeda local. É a capacidade única do governo tirar dinheiro da sociedade (através dos impostos) ou imprimir dinheiro para pagar suas dívidas que torna o risco de emprestar dinheiro para o governo quase nulo. No caso dos EUA, eles são donos da impressora que pode imprimir a moeda mais aceita no mundo.

O dever de casa mais importante de todo investidor é analisar a relação entre o risco de investir o seu dinheiro em um determinado ativo e o “prêmio” que ele receberá por correr esse risco. Esse prêmio se apresenta na forma de juros.

Dessa forma, quanto maior o risco de perdas, maior deve ser o prêmio (juros) para que esse risco compense. É como se os juros fossem um preço pelo risco. Assim, os investidores estão a todo momento comparando os riscos e os prêmios de todas as oportunidades que aparecem em qualquer parte do mundo.

Praticamente todos os países vendem títulos públicos. É uma forma dos governos pedirem dinheiro emprestado para a sociedade, pois nunca o dinheiro que eles retiram da população, através da cobrança de impostos, é suficiente.

Vendendo títulos públicos os governos também conseguem atrair o dinheiro de investidores estrangeiros.
No imaginário das pessoas, investidores estrangeiros são grandes bancos, gestores de grandes fortunas e especuladores. Não somente isso. Grandes fundos de investimentos e fundos de pensão representam as economias de milhares ou até milhões de pequenos investidores que aplicam suas economias nesses fundos.

Frequentemente bancos centrais de diversos países compram títulos públicos de outros países. É dessa forma que eles guardam aquilo que chamam de “reservas internacionais”. No lugar de guardar dinheiro estrangeiro de papel dentro de cofres, os bancos centrais preferem comprar títulos públicos estrangeiros.

No Brasil, quase 90% das nossas reservas internacionais são compostas por títulos públicos de outros países, especialmente dos EUA (fonte). A China é o maior credor dos EUA, somente ela possui mais de US$ 1 trilhão em títulos públicos americanos em suas reservas internacionais, seguida do Japão que possui outro trilhão de dólares (fonte).

Além dos EUA, poucos países se encontram na mesma categoria de “bons pagadores”, são eles: Noruega, Holanda, Dinamarca, Luxemburgo, Suécia, Canadá, Alemanha, Austrália, Suíça e Singapura. Já os países que oferecem o maior risco para o investidor são: Venezuela, Congo, Moçambique, Iraque, Ucrânia, etc. (Fonte).

Entre um extremo e outro existe uma centena de países que oferecem seus títulos públicos aos investidores com as mais variadas taxas e níveis de riscos. O investidor estrangeiro está sempre avaliando quais oportunidades oferecem a maior rentabilidade com o menor risco possível. Riqueza não tem nacionalidade e eles movimentam fortunas todos os dias de um país para o outro na busca das melhores oportunidades.

Na prática, todos os países estão competindo pelos recursos desses investidores.

Como você pode observar no gráfico abaixo, a taxa básica de juros nos EUA vinha se mantendo próxima de 0% (0,25%) desde a última grave crise econômica ocorrida entre 2007 e 2008, justamente depois de um grande ciclo de alta dos juros. Essa última crise ficou conhecida como “Crise do Subprime“.

É interessante observar no gráfico que após cada último ciclo de alta dos juros, uma crise econômica ocorreu e as taxas caíram rapidamente. Os investidores sabem como esse mecanismo funciona. O governo americano, assim como faz o governo brasileiro, aumenta a taxa básica de juros quando a inflação está em tendência de alta e isso costuma acontecer quando a economia está aquecida e em pleno crescimento. Juros elevados acabam desencadeando estouros de bolhas, recessões e crises econômicas.

A medida que os juros nos EUA sobem e os investimentos mais seguros do mundo passam a render mais, os investidores estrangeiros começam a avaliar se compensa continuar recebendo os juros baixos que o Brasil está pagando diante dos riscos que eles estão correndo. Eles colocam na balança o risco de desvalorização do real, riscos políticos, greves, lava-jatos, risco eleitoral, etc.

Nos EUA existem títulos públicos chamados T-notes que possuem diversos prazos de vencimento (um, três, cinco, sete e 10 anos). O gráfico abaixo mostra que as taxas desses títulos estavam na casa dos 1,36% na metade de 2016 e agora chegaram a atingir 3% na metade de 2018.

Essa taxa de 3% ao ano para títulos públicos americanos é uma barreira psicológica para o investidor internacional. A última vez que ocorreu foi em 2011. Podemos comparar com o nosso Tesouro IPCA quando está sendo oferecido pelo Tesouro Direto com taxa de 6% ao ano. O desejo de todos aqueles que investem em Tesouro IPCA é conseguir taxas acima de 6%. O gráfico abaixo mostra os títulos americanos com taxas próximas de 3% ao ano com vencimento em 10 anos (fonte).

No gráfico abaixo podemos ver a variação da taxa para compra do título brasileiro “Tesouro IPCA que vence em 2035” com juros semestrais. Observe a taxa tende sempre a se aproximar da linha dos 6% ao ano. Em momentos de crise e ciclos de alta de juros, ela atinge picos acima de 7%. O recuo para níveis abaixo de 6% ocorre quando a taxa básica de juros está muito baixa. Isso aconteceu em parte de 2012 e 2013 e durante o ano de 2017 e 2018,

Aqui temos outro gráfico, agora do Tesouro IPCA 2045 (NTNB-Principal) com destaque para os picos de alta dos juros nos momentos de crises eleitorais, impeachment, evento da operação Lava-jato e aumento dos juros nos EUA promovido pelo FED.

Quando o governo americano começa a pagar juros cada vez maiores, temos o início de uma migração de recursos que estavam investidos no mundo inteiro, principalmente em países emergentes como o Brasil.

Vamos tentar pensar como o investidor estrangeiro.

Imagine que você é um investidor estrangeiro. Você mora em um país desenvolvido, que tem moeda forte, onde as taxas de juros dos investimentos mais conservadores estavam pagando entre zero e 0,25% ao ano. Você olha para o resto do mundo e observa a possibilidade de ganhar taxas maiores, mas para isso deverá correr algum risco. Se a taxa for suficientemente grande, esse risco pode compensar. Uma taxa de 6,50% ao ano, como a taxa brasileira, parece ser ótima para quem estava recebendo quase nada no seu país de origem. No caso de países que fazem parte da zona do Euro a taxa atual é zero, mesmo com inflação entre 1% e 2% ao ano. Em países como Suíça, Dinamarca, Suécia e Japão a taxa é negativa. Nessa condição, qualquer investimento que renda alguma coisa é melhor do que nada ou melhor do que perder dinheiro.

O problema é que para investir no Brasil você deverá trocar os seus dólares por reais. Você precisa ter reais para investir em qualquer ativo brasileiro (ações, fundos, títulos públicos, etc). Esse é o primeiro fator de risco, pois o real não é uma moeda forte e pode perder seu valor no primeiro sinal de crise interna ou externa.

Ao observar a alta dos juros nos EUA você entende que isso fará a moeda brasileira desvalorizar. Para deixar o país o investidor estrangeiro precisa vender os reais que tinha investido para comprar dólares. Quanto muitos investidores fazem isso ao mesmo tempo a demanda por dólares aumenta e isso faz dólar valorizar.

Para evitar isso, você resolve antecipar a sua saída ao observar que os EUA podem aumentar os juros com mais força e de forma mais rápida. O problema é que muitos investidores também pensam nessa antecipação para evitar perdas no momento de converter reais por dólares.

Assim você passa a ter vários motivos fortes para cair fora do Brasil. 1) Após um ciclo de queda dos juros a rentabilidade da renda fixa no Brasil não é mais tão atrativa como já foi, especialmente diante da expectativa de alta da inflação provocada pela alta do dólar. 2) A moeda brasileira está perdendo valor diante do dólar. 3) Os juros pagos em investimentos conservadores nos EUA estão atingindo 3% para os títulos de longo prazo, sendo que um forte aquecimento da economia poderia fazer essa taxa aumentar ainda mais lá fora.

O investidor estrangeiro também já conhece a instabilidade na bolsa e no câmbio que o Brasil sempre enfrenta nos anos de eleições para presidente. Ele sabe que o brasileiro tem uma tendência a votar em políticos problemáticos. Ele olha a nossa história e observa que dos quatro presidentes eleitos pelo voto direto depois da redemocratização, dois sofreram impeachment (Collor e Dilma) e um está preso (Lula). O atual está sendo investigado e corre o risco de ser preso.

Essas incertezas sobre o futuro do país e a migração de recursos explicam parte da forte desvalorização do real. A alta dos juros dos títulos americanos também estimula a queda na bolsa de valores brasileira. Mais da metade do volume de compras e vendas de ações na bolsa de valores brasileiras é feita por estrangeiros (fonte).

Os números negativos na tabela abaixo mostram a saída de capital estrangeiro da bolsa de valores brasileira nos últimos dias.

A própria bolsa nos EUA sofre as consequências das incertezas e uma alta de juros que sempre sinaliza um aumento de risco. O gráfico abaixo mostra o índice Dow Jones que indica o valor das principais empresas da indústria americana na bolsa.

A alta de juros impacta o resultado das empresas, pois também aumenta o custo dos empréstimos e uma grande parte do consumo depende da capacidade do consumidor fazer dívidas. Captar recursos para investir nas empresas também fica mais caro.

Isso acaba criando uma bola de neve. A queda do consumo das famílias reduz as vendas impactando os resultados das empresas. Empresas que apresentam resultados piores afugentam seus investidores e o preço das ações caem ou sofrem volatilidade (muitas variações de preço). Mais volatilidade representa riscos e isso afasta muitos investidores para os investimentos de menor risco que agora pagam juros maiores.

Quando o investidor olha o passado e percebe que os ciclos de alta dos juros terminam em estouros de bolhas e crises econômicas como a de 2000 e 2008, isso já é o suficiente para que muitos antecipem a busca por investimentos de menor risco e a fuga de países emergentes como o Brasil.

Dessa forma, a alta dos juros nos EUA é capaz de impactar a vida financeira das pessoas no mundo inteiro. Só que devemos considerar que todo esse processo que vai do início da alta dos juros até uma possível crise, pode levar vários anos para acontecer.

Em 1995, depois da alta dos juros nos EUA, já existiam rumores sobre quando seria a próxima crise econômica nos EUA. Ela só aconteceria no ano 2000. Em 2004, quando a taxa nos EUA começou a subir novamente, o mercado já temia o estouro de uma nova crise. Ela só aconteceu entre 2007 e 2008. Agora estamos em um novo ciclo de alta gradual dos juros que em algum momento no futuro poderá produzir uma nova crise.

A única coisa que pode proteger o nosso patrimônio desses ciclos é o nosso nível de conhecimento sobre o funcionamento das mais diversas modalidades de investimentos. Entender como o mundo do dinheiro funciona permite tomar decisões em qualquer cenário.

 

 

Continue aprendendo...

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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.

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Domingos
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Domingos

Parabéns, você tem uma excelente arte de ensino…..entendi tudo!

Karol Lima
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Karol Lima

Excelente artigo Leandro!!

Giancarlo Fernandes
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Giancarlo Fernandes

Leandro, bom dia. Excelente artigo. Parabéns e obrigado. Ficou muito didático. Fácil de entender. Tenho uma dúvida a respeito desse assunto. Você saberia explicar porque o dólar mesmo após várias décadas ainda hoje é a moeda mais forte no mundo? Por que outros países e nações confiam tanto na moeda americana e quais os riscos de isso mudar nos próximos anos? (Qual o risco de outra moeda tomar o lugar do dólar como moeda de confiança e como isso poderia nos impactar?) Não entendo direito porque o dólar é tão forte assim. É só questão de confiança mesmo ou tem algo mais por trás?

Pedro
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Pedro

Leandro, essa alta nos juros dos EUA considerando que os juros ainda estão baixos no Brasil, não deveria fazer com que a Bolsa brasileira ficasse mais atrativa que a americana?
Seguindo o raciocínio: juros baixos incentivam o consumo, permitem melhores alternativas pra empresas endividadas se recuperarem, etc.
Ou essa queda da Bolsa brasileira indica que investidores estão migrando da Bolsa brasileira pro tesouro americano?
Ou ainda: Uma previsão de que o Brasil siga a tendência de alta dos EUA (?).
Mais um excelente artigo!
abçs

Ricardo
Visitante
Ricardo

Leandro como sempre parabens por nos trazer e nos alimentar de info tao importantes dos Cenarios economicos atuais e futuro. Muito bom, entao vc preve q nosso bacen elevara a taxa de juros a partir do segundo semestre 2018, face o aumento de juros fos EUA ? Obrigado forte abraco

Junior
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Junior

Ótimo artigo, como de costume! Parabéns!
Mas qual a sua opinião em onde alocar os recursos no momento? Estou exposto ao tesouro direto e devido as últimos acontecimentos, não há como sair. Pensei em ir comprando novos títulos, mas no andar da carruagem, com eleições, juros subindo lá fora ( e talvez aqui), além de todo o resto, vou aguardar. Bolsa de valores (também estou exposto) está como citado no artigo… Investir em um fundo da S&P500, entre outros, no atual cenário é complicado (juros por lá subindo, instabilidade do real)… Quais as medidas de contenção de danos? Obrigado!

Claudio Brites
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Claudio Brites

Excelente texto. Muito esclarecedor e didático.

Robson
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Robson

Muito bom o texto, parabéns!

Emerson sancheta
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Emerson sancheta

Boa tarde Leandro, vc acha que está na hora de comprar tesouro IPCA ou ainda pode subir mais os juros?

Welington
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Welington

Onde consigo buscar essas médias do Tesouro? Poderia me indicar Prof.?

Financiar Moto
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Financiar Moto

Se essa alta dos juros EUA continuar, pode ser uma boa oportunidade de compra de ações na B3, principalmente para adeptos do Buy & Hold.

Joel
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Joel

Ótimo artigo! Leandro, pra quem tem algum dinheiro em bolsa ou fundos de ações, é hora de sair ou esperar? Tesouro direto e RF como ficarão? Abraços.

Márcio
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Márcio

Leandro, bom dia! Li o artigo, mas fiquei com a seguinte dúvida: diante do cenário que vc mostrou e tendo em vista que, como dito, essa bolha pode demorar a estourar, o atual momento brasileiro aconselha investir em tesouro direto (no meu caso seria o Selic) ou não? Pergunto isso, pois possuo um valor no Brasilprev que já deveria ter retirado há bastante tempo, mas preciso colocar em algo com o perfil diferente, ou seja, que eu possa retirar a qualquer momento. Agradeço pela reposta e por transmitir seus conhecimentos por meio dos artigos.

Robson
Visitante
Robson

Caso Leandro, como a alta dos juros americano o Brasil de uma certa forma se beneficia, uma vez suas reservas se valorizam. Ou seja, teria maior poder para controlar a alta do dólar.
Com relação aos investimentos ficamos prejudicados sim.

Rafael
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Rafael

Que artigo oportuno! Fiquei impressionado de ver como a alta dos juros nos EUA afeta nossa vida financeira.

Muito obrigado pelo artigo Leandro!

Edmar
Visitante
Edmar

Leandro como sempre seus artigos são do mais alto nível

Marcos Ortega
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Marcos Ortega

Muito bem explicado!!!!! São estes artigos que ajudam balizar decisões, opinioes e informações, que o “economes” nao consegue nos transmitir. Parabens, Leandro!

William Dias
Visitante
William Dias

Excelente matéria Leandro, parabéns suas colocações como sempre bem fundamentadas!

Daniel Scherer
Visitante
Daniel Scherer

Impossível ser mais didático! Parabéns, mais um vez, Leandro, pelo excelente trabalho!

Eunice
Visitante
Eunice

Como sempre bem didático. Obrigada pelos esclarecimentos. Seu livro sobre imóveis me ajudou muito.
Tenho uma dúvida sobre os títulos do Tesouro IPCA 2024 e 2035. Neste momento de juros baixos recebi orientação de corretora para vender e aplicar em debentures de infraestrutura. Neste clima de incertezas não sei avaliar se é melhor ficar com os titulos até o vencimento ou tentar um rendimento melhor

Fernando
Visitante
Fernando

Ótimo artigo Leandro, parabéns…..
Qual investimento e mais conservador num momento de crise, atrelado ao cdb ou ipca???

Flavio
Visitante
Flavio

Oi Leandro,

Parabéns pelo artigo.
Quem está posicionado nesse momento na bolsa e fundos está amargando resultados bem ruins me inclu-o nessa, porém por outro lado há descontos absurdos na bolsa, empresa negociadas com valor abaixo que no período pré-impeachment. Vou as compras em vez de me desesperar.

Gabriel Tomasi
Visitante
Gabriel Tomasi

Ótimo artigo, muito explicativo e interessante!
Assino a newsletter há 4 anos e sempre visito o site!
Parabéns pela iniciativa e continue com o ótimo trabalho, Leandro!
Grande abraço!

Divania Martins
Visitante
Divania Martins

Parabéns, Leandro. Gostei muito, você escreve de um jeito que conseguimos entender perfeitamente.

cristiane
Visitante
cristiane

Bom dia excelente artigo., tenho uma dúvida. Estou investindo no exterior e estou procurando algo seguro porém precisa de muito dinheiro para investir vc tem alguma sugestão. ..vc acha que vale a pena comprar títulos da dívida brasileira no exterior? ??

Ilson
Visitante
Ilson

Excelente artigo. Apresentou com simplicidade um tema complexo. Parabéns.

Sandro
Visitante
Sandro

Muito bom o artigo! Esclarecedor!

João Paulo Zavagli
Visitante
João Paulo Zavagli

Simplesmente, parabéns!

Mauricio
Visitante
Mauricio

Perfeito, obrigado, de coração!!!

Gustavo
Visitante
Gustavo

Fica como sugestão u artigo sobre títulos americanos! Ótimo artigo Leandro. Obrigado.

Laura
Visitante
Laura

Parabéns pela excelente didática! O verdadeiro professor ensina a pensar, como você faz. Obrigada pelo conteúdo.

RUY GALEÃO
Visitante
RUY GALEÃO

Boa tarde..
Parabéns pelo artigo…Gostaria da indicação de um curso/treinamento em aplicações financeiras na bolsa de valores…
Saudações,
RUY GALEÃO L.

Felipe
Visitante
Felipe

muito bom! Ficou claro a dinâmica do mercado

Marlon
Visitante
Marlon

Parabéns. Excelente artigo.

Helton Vieira
Visitante
Helton Vieira

Ótimo artigo Leandro. De alto nível de análise! Obrigado por compartilhar o conhecimento.

Bruno
Visitante
Bruno

Excelente artigo Leandro!!!!

FLAVIO SILVA DE ARAUJO
Visitante
FLAVIO SILVA DE ARAUJO

Mais um artigo excepcional, Leandro!!! Parabéns, inclusive pelo “time” da postagem!!!

rodrigo sampaio
Visitante
rodrigo sampaio

Muito bom esse texto. Até o favoritei no meu crome. Excelente!

MAICON
Visitante
MAICON

Perfeito como sempre Leandro!

VINÍCIUS ALMEIDA
Visitante
VINÍCIUS ALMEIDA

Excelente artigo. Ótima didática. Parabéns!

RICARDO A SCHANUEL
Visitante
RICARDO A SCHANUEL

Como Sempre, Artigo de muita qualidade e gratuito.
Parabéns pelo excelente trabalho.

charlotte rafart de seras hoffmann
Visitante
charlotte rafart de seras hoffmann

Excelente artigo! Compreendi tudo mesmo não sendo da área de finanças. Muito obrigada por compartilhar seu conhecimento.

Raphael
Visitante
Raphael

Seu artigo veio em boa hora. Estava bastante relutante em comprar dólares como forma de preservar meu patrimônio, mas vejo que em meio aos tempos em que vivemos, não há outra alternativa a não ser apostar na desvalorização do Real.

Mas uma dúvida ainda me incomoda: devo comprar dólares em espécie, arcando com tatas, impostos, etc., ou devo recorrer a um fundo de investimento cambial, que certamente me cobrará uma taxa administrativa?

Clayton
Visitante
Clayton

Mais um excelente artigo. Muito obrigado por partilhar conosco seu conhecimento.

Damian
Visitante
Damian

Excelente artigo! Aprendemos muito com as suas explicações!

Davi
Visitante
Davi

Obrigado, Leandro, por mais este artigo.
Por tudo o que já li, acredito q a boa, neste momento, é investir em algo atrelado à Selic ou CDI pra aproveitar o movimento de subida provável da Selic. As taxas no Brasil estão mto baixas e já há expectativa de novo ciclo de alta. Tou errado, professor?

MARCOS
Visitante
MARCOS

Leandro, como enxergar uma luz no fim do túnel. A nossa taxa de juros básica está baixa e mesmo assim a economia não reage e para piorar teremos essa alta de juros na economia americana que trará como consequência a saída de capitais do Brasil. Logo o dólar irá subir e o Banco Central brasileiro será obrigado a subir juros para atrair investidores e conter a alta de preços… Sem falar dos gastos públicos que só crescem internamente…

Adriano
Visitante
Adriano

Olá Leandro, Mais uma vez parabéns pelo texto. Andei lendo em outras literaturas com pontos de vista não muito voltado a investimos e/ou economia mas para religião que existe uma tendencia de que todas as moedas do mundo se unifiquem e essa moeda mundial seria uma das criptomoedas. E para que a criptomoeda possa substituir as moedas “tradicionais” é preciso que haja uma crise mundial colapsando a economia e abrindo espaço para implantação das mesmas de forma mais sólida na economia e na sociedade. Gostaria de saber sua opinião sobre o assunto e se esse aumento do dólar poderia ser o princípio.

Marco Antonio Giurni
Visitante
Marco Antonio Giurni

Bom artigo.

Luciana
Visitante
Luciana

Parabéns Leandro! ótimo como sempre!
Eu sempre pensei em fazer investimentos que paguem em dólar, mas creio que conhecer boas ações ou fundos nos EUA demanda mais estudos do que avaliar ações e fundos aqui (que já é bem difícil). E quanto a investir em títulos americanos? Já que estão pagando juros agora, não seria uma ótima forma de investir (na sempre modesta renda fixa), mas com a moeda mais forte do mundo? Por que assim… do jeito que o Brasil vai e com candidatos de extrema esquerda como Ciro Gomes, a gente corre o risco da nossa moeda valer menos que folha seca no futuro.

Aline Braga
Visitante
Aline Braga

Leandro, seus artigos têm sido fundamentais há muitos anos na minha vida, contribuem profundamente para que eu tenha um entendimento mínimo do mercado financeiro. Após ler seus textos com frequência, intensifiquei meus estudos nos últimos meses e em Maio fiz minha primeira compra no Tesouro Direto, migrei também para um CDB de banco privado. É a primeira vez que comento aqui e vim agradecer por sua dedicação em produzir o melhor conteúdo sobre independência financeira entre os sites brasileiros. O próximo passo será comprar seus livros para os quais tenho grande expectativa. Saúde e sucesso!

Érica Barreto
Visitante
Érica Barreto

Excelente artigo, como sempre!
É graças ao seu site que estudo cada vez mais este mundo de finanças e cada vez mais quero aprender e divulgar o pouco que sei.
Obrigada Leandro!

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