Como fazer o dinheiro trabalhar para mim

Você já ouviu falar em “parar de trabalhar pelo dinheiro e fazer o dinheiro trabalhar para você”? Esse conceito ficou muito popular depois da publicação do livro “Pai Rico, Pai Pobre” do Robert Kiyosaki no ano 2000. Com você deve saber, Robert chamava o próprio pai de “Pai Pobre” e o pai do seu melhor amigo de “Pai Rico”. Com apenas 9 anos de idade ele começou a fazer várias reflexões sobre as diferenças de mentalidade entre esses dois pais. No decorrer do primeiro capítulo do livro ele diz assim:

Embora ambos (pai rico e pai pobre) tivessem um enorme respeito pela educação e pelo aprendizado, eles discordavam quanto ao que era importante aprender. Um queria que eu estudasse arduamente, me formasse e conseguisse um bom emprego para trabalhar pelo dinheiro. Ele queria que eu estudasse para me tornar um profissional, um advogado ou um contador, ou que fosse a uma escola de negócios para obter um MBA. O outro me incentivava a estudar para ficar rico, para entender como funciona o dinheiro e para aprender como fazê-lo trabalhar para mim. “Não trabalho por dinheiro“, costumava repetir uma e outra vez. “O dinheiro trabalha para mim.” Com nove anos de idade resolvi ouvir e aprender com meu pai rico tudo sobre dinheiro. Optei por não dar ouvidos a meu pai pobre, mesmo que fosse ele quem possuísse todos os títulos universitários.

Pai Rico não trabalhava por dinheiro, mas diversas pessoas trabalhavam diariamente pelo dinheiro dele. Essas pessoas eram seus funcionários que trabalharam pelo dinheiro do salário que ele pagava. Pai rico trabalhava para ter mais ativos (empresas, imóveis, etc) para conseguir o fluxo de renda que esses ativos geravam mensalmente (exemplo: dividendos, lucros e aluguéis).

Dinheiro não trabalha, mas as pessoas trabalham pelo dinheiro e pelas coisas que ele pode comprar. Não podemos dizer que era o dinheiro do Pai Rico que trabalhava gerando dividendos, lucros e os aluguéis dos seus ativos. São as pessoas que vivem trabalhando por dinheiro (funcionários) e pelas coisas que o dinheiro pode comprar/alugar (clientes e inquilinos do Pai Rico) que pagam dividendos, lucros e aluguéis.

Podemos resumir um emprego da seguinte forma:

Existem pessoas com sonhos modestos e existem pessoas com sonhos grandes. Como todos possuem as mesmas 24h, e somente dois braços, existem sonhos grandes que só podem ser realizados através da colaboração de várias pessoas. Quando você trabalha para uma empresa, você faz parte de uma equipe que é remunerada mensalmente para realizar o sonho de alguém que sonhou grande. Você colabora com o projeto de vida de alguém.

Grandes empreendedores são movidos por sonhos grandes e não por dinheiro, pois se fosse só dinheiro todos iriam se aposentar antecipadamente nos primeiros milhões de patrimônio (vivendo de renda passiva como neste exemplo). Todo empreendedor está disposto a correr riscos por seus sonhos. O foco é sempre construir ativos, sendo o dinheiro uma consequência. Empresas são investimentos de risco que geram renda variável para o empreendedor, mas que são operacionalizadas por pessoas (funcionários) que preferem a estabilidade de um salário fixo.

No capítulo 2 do livro “Pai Rico, Pai Pobre”, chamado “Os ricos não trabalham por dinheiro” em um tópico do capítulo chamado “Os pobres e a classe média trabalham pelo dinheiro. Os ricos fazem o dinheiro trabalhar para eles.” o Robert, ainda menino, inicia um diálogo com Pai Rico. É um dos diálogos mais intrigantes e que exige uma mente aberta para compreender:

No caso do dinheiro, a maioria das pessoas prefere não arriscar e sentir seguras. Ou seja, não são conduzidas pela paixão, são conduzidas pelo medo– Diz pai rico.

E por isso que elas aceitam um emprego com salário baixo? – pergunta o menino Robert Kiyosaki”

Sim. Algumas pessoas dizem que eu exploro os empregados porque não pago tanto quanto a usina de açúcar ou o governo. Eu digo que as pessoas se exploram a elas mesmas. O medo é delas, não meu.” -respondeu pai rico.

Mas o senhor não acha que deveria pagar mais para elas?” – indaga o menino Robert Kiyosaki.

Não tenho que fazê-lo (no sentido de não ser obrigado a fazer). E, além disso, mais dinheiro não vai resolver o problema. Veja seu pai (que é um Professor universitário, com muitos títulos e muito bem pago). Ele ganha bastante dinheiro e ainda assim não dá conta das despesas. A maioria das pessoas, se receber mais dinheiro, apenas passará a se endividar mais. Seu pai estudou muito de modo que conseguiu um salário alto. Mas ele ainda tem problemas financeiros porque nunca aprendeu nada sobre dinheiro na escola. E ainda por cima, ele acredita em trabalhar pelo dinheiro. É o medo que faz a maioria das pessoas trabalhar num emprego. O medo de não pagar as contas. O medo de ser mandado embora. O medo de não ter dinheiro suficiente. O medo de começar de novo. Esse é o preço de aprender uma profissão ou habilidade e então trabalhar pelo dinheiro. A maioria das pessoas se torna escrava do dinheiro… e fica zangada com o patrão. – responde pai rico.

Esse diálogo pode ser a base de muitas reflexões. Estamos diante de uma forma diferente de pensar e que foi chocante para Robert Kiyosaki que era apenas um menino de 9 anos. Quando a pessoa sofre problemas financeiros provocados por falta de dinheiro, basta conseguir mais dinheiro que o problema é resolvido. Quando a pessoa sofre problemas financeiros provocados por falta de educação financeira, mais dinheiro não resolve, só mais educação financeira é que resolve.

Melhor forma de fazer o dinheiro trabalhar para você:

Não leia o livros do Robert Kiyosaki imaginando que ele vai revelar a única ou a melhor forma de fazer o dinheiro trabalhar para você. Ele não sabe absolutamente nada sobre você e por isso não pode responder essa questão. Existem infinitas maneiras de empreender e de ganhar mais dinheiro. A melhor maneira depende de você.

Robert Kiyosaki mora nos EUA onde a realidade econômica e o ambiente para negócios é totalmente diferente da nossa realidade brasileira. Exemplo: Robert fala maravilhas sobre ficar rico no mercado imobiliário americano, onde ele investe fazendo empréstimos e captando dinheiro barato de investidores. Em países onde as taxas de juros estão próximas de zero e os bancos estão repletos de dinheiro para emprestar com juros baixos, investir no mercado imobiliário através de dívidas se tornou muito atrativo. Foi por isso mesmo que em 2008 milhares de famílias americanas quebraram diante da crise imobiliária que essa prática gerou. Foi uma das piores crises da história.

Por isso, posso garantir que Robert Kiyosaki não sabe como você pode fazer o seu dinheiro trabalhar por você, principalmente na realidade brasileira.  Isso depende da sua bagagem de conhecimento, das suas crenças, dos seus interesses e do ambiente onde você vive.

Mas posso dizer que o primeiro passo seria entender a diferença entre acumular dinheiro e investir dinheiro. São duas coisas diferentes sendo que acumular vem primeiro e investir vem depois. Você verá que acumular dinheiro está relacionado com emprestar dinheiro (renda fixa) para quem produz riquezas. Investir dinheiro de verdade está relacionado com produzir riquezas (renda variável).

Investir Dinheiro x Acumular Dinheiro

Bill Gates, Amancio Ortega e Warren Buffett estão no topo da lista dos homens mais ricos do mundo. Os três são empresários. Um produz softwares (Microsoft), o outro vende roupas e calçados (Zara) e o último investe em diversas empresas das mais diversas áreas através da bolsa de valores (EUA).

Você vai perceber que na lista dos mais ricos do mundo (veja aqui) não existem pessoas que trabalham por salário hoje, mas que provavelmente já fizeram isso em algum momento do passado. Na lista só vemos pessoas que trabalham para construir ativos (empresas) que geram lucros e dividendos produzindo produtos e serviços que impactam a vida da sociedade de alguma forma. Dentro dessas empresas existem milhares de pessoas que sonham com um emprego estável  e que aceitam passar o dia todo trabalhando pelos sonhos de seus patrões, desde que eles possam oferecer uma renda fixa (salário) e os direitos trabalhistas.

Na lista dos mais ricos também não existem pessoas que passaram a vida trabalhando para acumular dinheiro na renda fixa e que estão fazendo isso até os dias de hoje. Todos arriscaram na renda variável, especialmente em seus negócios. Veremos mais na frente que a renda fixa é o primeiro passo.

Quando você tem um dinheiro sobrando existem três destinos básicos para esse dinheiro:

  1. Gastar (viver/curtir)
  2. Emprestar (poupar)
  3. Investir (produzir)

Quando você deixa dinheiro na poupança ou compra títulos públicos e títulos privados (CDB, LCI, LCA, etc), você está emprestando seu dinheiro em troca de juros. Alguém vai ter que trabalhar, lá na outra ponta, para pagar esses juros. Na outra ponta existem pessoas ou empresas precisando do seu dinheiro emprestado para investir em alguma coisa. Seu devedor acredita que será vantajoso tomar seu dinheiro emprestado pagando juros. No meio, entre você (credor) e o tomador de empréstimo (devedor) existe o sistema financeiro. Os bancos lucram com a intermediação entre aqueles que poupam dinheiro e os que precisam da poupança dos outros para investir dinheiro.

Vou exemplificar. Quando você compra um CDB, você está emprestando dinheiro para um banco (intermediário). Esse banco vai emprestar seu dinheiro para uma empresa que precisa de recursos para comprar uma máquina nova ou aumentar sua frota de veículos. Essa empresa acredita que os juros que serão pagos ao banco são menores do que os lucros que ela terá investindo seu dinheiro.

Quando você investe em LCA, você está emprestando dinheiro para um agricultor. A LCA é criada com base em empréstimos que os bancos fazem para empresas do agronegócio. O agricultor acredita que os juros que ele está pagando pelo seu dinheiro são menores que os lucros que ele terá investindo em uma plantação de soja.

O mesmo vale para o LCI, que financia o setor imobiliário ou qualquer empresa/pessoa que ofereça um imóvel como garantia no momento de pedir um empréstimo para o banco.

Quando você investe em títulos públicos, você está emprestando seu dinheiro para o governo federal que, teoricamente, deveria investir o seu dinheiro na infraestrutura do país, em educação ou em outros setores com o objetivo de obter retorno através do crescimento do país e da economia.

Aqueles que aplicam dinheiro na renda fixa são poupadores (optaram por não gastar todo dinheiro que fizeram trabalhando) que emprestam sua poupança para investidores através de diversos meios. Em economia, investimento significa a aplicação de capital em meios de produção, visando ao aumento da capacidade produtiva (instalações, máquinas, transporte, infraestrutura) ou seja, em bens de capital. O investimento produtivo se realiza quando a taxa de lucro sobre o capital supera ou é pelo menos igual à taxa de juros que remunera o dinheiro. Já em finanças, “investimento” também pode referir-se à compra de ativos financeiros (ações, títulos públicos, títulos privados, etc), caracterizando o chamado investimento financeiro. (fonte)

A grande verdade é que o investimento financeiro é apenas um canal de transporte da poupança dos poupadores para os investimentos produtivos dos verdadeiros investidores. Um empresta dinheiro (investimento financeiro de baixo risco) e o outro investe dinheiro (investimento produtivo de alto risco).

Eu acompanho o Robert Kiyosaki na internet e nas redes sociais. Recentemente ele compartilhou um conteúdo que dizia o seguinte:

“Poupar dinheiro deve ser um objetivo de curto prazo. Você só deve economizar com o objetivo de fazer seu primeiro ou o seu próximo investimento. Quando aparecer o investimento certo, invista o dinheiro que guardou em algo que vai te dar uma taxa de retorno maior.” Robert lista três razões pelas quais poupar dinheiro é uma armadilha (opinião pessoal dele):

  1. Taxa de juros inferior a 1% –  As taxas de juros sobre a poupança, em grande parte do mundo, são extremamente baixas. Em algumas partes ela é quase inexistente. O dinheiro que você poupa através dos bancos é na verdade um empréstimo que você faz para eles. O banco toma o seu dinheiro emprestado e empresta para clientes com taxa de juros mais elevadas. Você está financiando o negócio do seu banco e para isto recebe uma taxa de retorno baixa.
  2. Inflação – A inflação é a taxa que mede o aumento generalizado dos preços dos bens e serviços e, consequentemente, a queda no poder de compra da moeda. Os bancos centrais tentam limitar a inflação e evitar a deflação, a fim de manter a economia funcionando sem problemas. O que é que a inflação significa em termos do cotidiano? Isso significa que o dólar compra menos, ou seja, a sua marca de sapatos favorito ou jeans vai custar-lhe muitos mais dólares, euros, ienes, ou pesos no futuro do que hoje.
  3. Não trabalhe pelo dinheiro, tenha o seu dinheiro trabalhando para você – Parece que uma equação matemática simples: o esforço = recompensa. Você trabalha duro, você ganha mais. No passado as coisas funcionavam assim. Se seu objetivo é se tornar financeiramente independente, então você precisa fazer o seu dinheiro trabalhar para você. Ou seja, investir em um ativo que gera fluxo de dinheiro (empresas, imóveis, ações de empresas, etc) – Robert Kiyosaki. 

Devemos lembrar que nos países com economias desenvolvidas não existe renda fixa ou investimentos de baixo risco, pagando taxa de juros reais elevadas. As pessoas precisam buscar o empreendedorismo ou mercados mais arriscados como o mercado de ações para superar a inflação local.  Por isso é importante aprender a descobrir os juros reais como mostrei neste artigo aqui. Você verá que os juros reais no Brasil (na renda fixa) ainda são muito elevados, mas não se aproxima das possibilidades de ganho quando você tem seu investimento produtivo (seu próprio negócio).

Acumular o próprio dinheiro, através da renda fixa, aproveitando as taxas de juros reais do Brasil, que ainda são as maiores do mundo, pode ser o começo de um investimento maior e de maior risco (a missão da sua vida).

O investimento produtivo é o aquele onde você tem um sonho grande e aceita assumir riscos. Para realizar esse sonho grande você terá que contar com a colaboração dos que não querem assumir riscos e que sonham apenas com o salário (renda fixa) e direitos trabalhistas. Falei mais sobre renda limitada e a regra número 1 da riqueza.

O gráfico abaixo mostra que nunca é tarde para começar. Na história de grandes empreendedores sempre existiu um momento onde eles acumularam experiência e capital antes de empreender e enriquecer.

Ray Kroc, um dos fundadores do McDonald´s era vendedor de copos de papel e misturadores de milkshake até os 52 anos. Mary Kay Ash, fundadora de empresa de cosméticos que leva seu nome, vendeu livros de porta em porta até os 45 anos até que fundou sua empresa depois que se aposentou. Amancio Ortega, fundador da Zara, segunda pessoa mais rica do mundo, trabalhava como simples ajudante de uma loja de camisas até completar 30 anos. J.K. Rowling, autora do Harry Potter, é uma das mulheres mais ricas do mundo, era uma dona de casa que cuidava dos seus filhos. Você vai encontrar outros nomes famosos nessa outra imagem aqui.

Não existe nada de errado em estudar para conseguir um ótimo emprego, poupar, fazer bons investimentos financeiros (renda fixa) e se aposentar antecipadamente no seu primeiro milhão, como fez esse rapaz de 33 anos da reportagem. Já se você quer realmente enriquecer (abundância financeira) é necessário empreender, assumir riscos e criar bons empregos para atrair pessoas competentes que não querem seguir o mesmo caminho.

Invista primeiro em você:

O primeiro investimento que devemos fazer para melhorar a nossa vida financeira é o investimento em conhecimento. Custa pouco e rende juros pelo resto da vida. Sem saber investir o nosso próprio dinheiro, não teremos bons resultados. Dependendo da opinião dos outros para saber onde investir, teremos resultados ainda piores. O conhecimento melhora nossos resultados e liberta da dependência dos outros. Escrevi uma série de livros que podem te ajudar muito a adquirir todo o conhecimento que precisa no menor tempo possível. Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.

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VanessaDavid PortoJonatam - Pobre PoupadorJoão VictorAna Faria Recent comment authors
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Pedro
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Pedro

Leandro, nem preciso dizer que você acaba de publicar mais um artigo riquíssimo em conteúdo, como sempre! Apenas um detalhe: o nome do personagem e autor do livro é Robert, correto? Você inicia o texto com “Robert”, mas a partir do diálogo transcrito do livro, você alterou o nome para “Richard”. Grande abraço e obrigado!

Igor
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Igor

Muito Bacana seu artigo, por coincidência, na semana anterior iniciei a 3 vez na leitura de Pai Rico Pai Pobre. A cada vez, novos pontos de vista.

Grato pelas dicas!

João Ricardo
Visitante
João Ricardo

Outro belo artigo, Leandro!
Muito esclarecedor e reflexivo.

Parabéns!

DF
Visitante
DF

Leandro, boa tarde.

Primeiramente, parabéns pelo site. Faz tempo que o acompanho e tenho seus artigos semanais como ponto de partida para minhas reflexões sobre finanças pessoais e investimentos.
Já li vários livros sobre este e outros temas correlatos (confesso que é um dos únicos assuntos que me prendem na frente das letrinhas) e me sinto confortável para exprimir uma opinião.
Quanto mais estudo sobre o assunto, mais tento aplicar este conceito de “dinheiro trabalhar por você”. E após 6 anos, vejo que os efeitos são animadores.
Hoje trabalho como empregado, mas já iniciei a virada de mesa. Transformei um hobby em algo lucrativo que vem pouco a pouco ganhando espaço na minha agenda. Principalmente após ler o livro do Cerbasi (Adeus aposentadoria), percebi que para ser independente financeiramente precisava mais do que só poupar e investir. E um dia, me livrarei das algemas do emprego seguro.
Sinto na carne a questão do medo de largar um emprego fixo para me aventurar em um projeto sonhador que me levará de forma mais rápida ao meu desejo – a liberdade financeira. Tenho um perfil mais conservador com a vida (diferentemente dos meus investimentos), mas tenho a certeza que podemos virar o jogo aos poucos. Não precisamos mudar da água para o vinho da noite para o dia, porém temos sim que criar um passo a passo que nos permita atingir os nossos sonhos.
Não quero me estender muito, pois sobram palavras para escrever sobre este assunto. Assim, deixo a mensagem de que a busca pela independência financeira muitas vezes é um caminho solitário e incompreensível para muitas das pessoas ao nosso redor. Porém, pelos meus 6 anos aplicando estes conceitos, digo em alto e bom som que: VALE A PENA!

Um abraço Leandro e sucesso.

David Porto
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David Porto

O bom dos artigos do Leandro é que de brinde você ainda ganha excelentes comentários que enriquecem ainda mais o conteúdo.

Alvaro
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Alvaro

Eu havia lhe perguntado (no artigo anterior sobre Juros reais) exatamente isso e acredito que vc não pôde responder todos os e-mails e incrivelmente vc escreveu mais essa obra prima respondendo minha dúvida. Novamente muito obrigado por tanta sabedoria Leandro. A propósito, uma das coisas que tenho a impressão é de que em torno de uns 90% dos empreendedores brasileiros não tem a menor noção sobre esse texto vc não concorda? Pergunto isso porque essa lição é como se fosse aquela lição de casa dada na escola e a grande maioria realmente não a faz. Simplesmente vai empreender pela necessidade de sobreviver e muitas vezes por não conseguir um emprego (renda fixa) etc. Portanto, acredito que além de realizar o passo a passo da lição acima, o empreendedor/investidor, tem ainda que estudar se o produto que ele vai lançar tem a probabilidade de render muito mais que a renda fixa (seja emprego ou poupança), pois, tenho observado que muitos não obtêm êxito nessa diferença de lucro. Obrigado novamente Leandro. Forte abraço.

Gerson
Visitante
Gerson

Bem colocado. Percebo muitos empreendedores que trabalham apenas para sobreviver, ainda. Poucos acreditam em se tornar grandes em seus negócios.
Parabéns pelo comentário.

Ezequiel
Visitante
Ezequiel

Olá Leandro, seu artigo está maravilhoso. Só um reparo, o autor do Pai Rico, Pai pobre, eh ROBERT (e não RICHARD) Kiosaki.

Que bom receber sempre seus e-mails e encontrar materiais tão ricos em seu blog. Por isso sempre que posso compro materiais pelos seu links.

Um grande abraço.

Amaury Reis
Visitante
Amaury Reis

Excelente artigo.

Hércules
Visitante
Hércules

Mais um excelente texto, Leandro. Obrigado por seu esforço em tentar transmitir educação financeira aos brasileiros através do seu site e livros.

Por favor, tire-me uma dúvida: no livro Pai Rico, Pai Pobre, Richard Kiyosaki aconselha abrir uma empresa como forma de pagar menos impostos, repassando as despesas pessoais para as despesas da empresa, haja vista a diferença entre o fluxo de caixa de uma pessoa física e uma pessoa jurídica. No Brasil, isso é ilegal, não é?

CLEBER HOLANDA JUNIOR
Visitante
CLEBER HOLANDA JUNIOR

Olá Leandro,

Seus artigos, sempre inspiradores. Parabéns!

Olhando por um outro “prisma”, poderíamos pensar que alguns, raros empreendedores teem sucesso? E estes estariam no topo de um iceberg? Destacamos que chega ao ápice – MERECIDAMENTE. Mas quantos estão aqui em baixo, acima ou abaixo da linha d´água, por diversas razões …. Bem sei que seu artigo NÃO cobra uma postura em sermos uns ou outros. Você esclarece.

Novamente parabéns!

Ronald da Silva
Visitante
Ronald da Silva

Como sempre uma excelente publicação, parabens.

Rodrigo Galeno
Visitante
Rodrigo Galeno

Oi, Leandro. Um artigo muito bom para aqueles que estão interessados em iniciar seus próprios empreendimentos. Mas senti um pouco de “desprezo” pelos investidores da renda fixa ao considerá-los apenas como “acumuladores emprestadores a quem produz”. Partindo-se desse pressuposto, o investimento em ações é a mesma coisa: você compra ações de uma empresa, mas não necessariamente você toma decisões no dia a dia dela. Acaba emprestando seu dinheiro para que ela produza alguma coisa, sendo, em troca, sócio de uma empresa a qual, não necessariamente é correlata a um sonho seu. Por essa analogia, eu não consideraria investimento em ações ou debêntures como investimento produtivo, já que seu investimento é utilizado por um terceiro para produzir (assim como na renda fixa). Por isso acho que a geração de riquezas seguindo seus sonhos, sobre a qual você discorre (muito bem, diga-se de passagem), passa muito por uma análise de mercado, pois o sonho de algumas pessoas pode estar relacionado a profissões nas quais dificilmente a pessoa enriquecerá, mas trarão a elas uma realização pessoal. Por isso, parto do pressuposto de que a renda fixa é, sim, um investimento, no caso de a satisfação pessoal não passar pelos caminhos mais rentáveis do mercado. Minha percepção é a de que, pela leitura do artigo, as pessoas iniciantes, que ainda estão custando a sair da caderneta de poupança para investir pelo menos no tesouro direto, podem sentir que seu esforço está sendo em vão caso não se iniciem na renda variável. Espero que releia o artigo com essa visão de quem está de fora. Um abraço e parabéns pelo ótimo trabalho.

Marcelo
Visitante
Marcelo

Sensacional Leandro! Muito bom!
Estou na fase de poupar e hoje ainda não sei se quero riqueza em abundância.
Tenho minhas aplicações em imóveis, TD, LCI, LCA e previdência privada da empresa onde trabalho, por que os planos de previdência dos bancos não dá não. Aqui a empresa contribui com mesmo valor que pagamos até o limite de 8% do nosso salário. Por essa razão, apesar de 13% de taxas, acredito ser vantajoso. Pois a cada 500,00, contribuo com 250,00. Penso apenas em formar um patrimônio que me dê uma renda passiva capaz de sustentar uma boa qualidade de vida para minha família.
Parabéns pelo trabalho Leandro!

Rafael Couto
Visitante
Rafael Couto

Leandro, ótimo texto, você também segue a idéia do “fastlane”?

Michael Stuart
Visitante
Michael Stuart

“Devemos lembrar que nos países com economias desenvolvidas não existe renda fixa ou investimentos de baixo risco, pagando taxa de juros reais elevadas.”

Pois e Leandro! Nos EUA, por exemplo, voce mal consegue um CDB pre-fixado (la nao existem CDB’s pos-fixados) por mais de 2% p.a. nominal e isso com prazo e carencia minimos de 5 anos – garantindo voce uma taxa real negativa por todo o prazo! Justamente como voce elaborou a semana passada.

Por este motivo, lembrando de aquelas taxas la fora, e querendo um put option (taxa que serve como piso) aqui, recentemente realoquei recursos em Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA + de longo prazo. Nao tenho a menor ideia se as taxas poderiam subir ainda mais durante o prazo, so sei que nao pretendo resgatar antecipadamente. Portanto se as taxas aqui ficam mais como no resto do mundo, entao vou receber menos nos rendimentos pos-fixados mas pelo menos protegido nos pre-fixados para o longo prazo.

Psicologicamente, eu ficaria mais arrependido nao garantir tais taxas agora que nao conseguir taxas no futuro ainda mais altas. Abraço

Ricardo Lisboa
Visitante
Ricardo Lisboa

Gostei muito das opções que você deu aos seus leitores, pois com base no exemplo do livro mostrou a consequência de cada escola e o esforço necessário para alcançá-las. Não se limitou a concordar plenamente com o autor, mas apresentou o outro lado da moeda.
Parabéns!

Carlos
Visitante
Carlos

Muito bom conteúdo.
Confesso que cheguei a acreditar que você afirmaria ser possível alcançar a independência financeira a partir de aplicações no tesouro direto ou renda fixa, por ser o brasil um campeão nesse quesito.
No final do artigo percebi que não…

Interessante também a abordagem que correlaciona a crise de 2008 americana com a fórmula de investimento mencionada no livro citado.

Joanatan
Visitante
Joanatan

Oi Leandro.
10 anos atrás eu tive uma locadora de vídeos,foi pro buraco, tive prejuízo.
Meu Cunhado abriu uma empresa de elétrica industrial com 2 sócios. Esta respondendo dezenas de processos judiciais ,e sua empresa deve mais de 1 milhão na praça, ele mal dorme a noite.
Outros conhecidos meus,um serralheiro,
Um marceneiro, pagam aluguel pra morar até hoje.
E sem falar nessa quantidade absurda de empresas fechando as portas.
E tem muitos outros exemplos de empreendedores no buraco.

Tudo isso é desanimador professor.

Obrigado pelo artigo Leandro.

Gustavo de Castro Ventura
Visitante
Gustavo de Castro Ventura

Penso que a vontade e vocação para se empreender não surgem simplesmente da vontade de acumular riquezas. Elas surgem a partir do desejo de uma pessoa em realizar uma missão pessoal, algo que a desafie e quem sabe escreva seu nome na história humana. Somos mortais, e com certeza buscamos algo para imortalizar nosso nome pelo tempo. A riqueza viria como consequência de se realizar algo grandioso.

Eu gosto da segurança de um emprego, mas a cada dia que passa tento mudar minha linha de pensamento. É difícil e parece ser uma longa jornada, porém, espero algum dia conseguir seguir meu próprio objetivo e construir, criar algo que me traga satisfação.

Parabéns por mais um ótimo artigo, temas como esse estão entre os melhores do CP. Muito obrigado por nos fazer refletir com seus conhecimentos.

Juliana
Visitante
Juliana

Excelente!

Elcio Assunção
Visitante
Elcio Assunção

Leandro, você é uma cabeça necessária neste mundo financeiro onde poucos conseguem sobressair…
Já tinha lido o pai rico, pai pobre e concordo que no Brasil o pai pobre acaba sucumbindo aos capitalistas e banqueiros dominantes…
Obrigado pelas dicas e vou aproveitando para,ao menos , proteger minha poupança (renda fixa)
Abraço

Bernardo Abreu
Visitante
Bernardo Abreu

Acabo de descobrir, pelas duas imagens, que estou na crise da meia idade. 35 anos, muita poupança, alguns investimentos, e já percebi que devo gerar outras fontes de renda. Enquanto nao tenho uma grande idéia, sigo comprando barganhas na bolsa com o objetivo de gerar renda com dividendos.

Edward
Visitante
Edward

Leandro, seu artigo não poderia vir em melhor hora,pois acabei de ler “Pai Rico, Pai Pobre”. Seu site foi meu primeiro contato com o mundo dos investimentos quando, há cerca de um ano e meio, eu buscava uma alternativa à poupança. Muito obrigado por seu trabalho!

Obs.: Não seria Robert Kiyosaki em vez de Richard?

Tiago
Visitante
Tiago

Obrigado pelo compartilhamento de seus conhecimentos, cada texto seu faz muita diferença no nosso modo de pensar e agir!!

Henrique
Visitante
Henrique

Olá Leandro ótimo post, acredito que o nome do autor seja Robert e não Richard Kiyosaki

Felipe
Visitante
Felipe

Ótimo artigo, parabéns. O livro que você mencionou (“Pai Rico Pai Pobre”) influenciou de forma significativa minha vida financeira. A mensagem principal do livro é acumular ativos ao invés de passivos. Li o livro quando tinha 25 anos e hoje aos 40 anos, desfruto de uma estabilidade financeira que me proporciona poder trabalhar menos em relação aos meus colegas de profissão e de mais tempo para conviver com minha família. Hoje minha renda passiva supera meus gastos fixos, mas continuo reinvestindo 100% do ganho para poder atingir um patamar maior de renda passiva daqui há 10 anos.

Tenho acumulado ativos nos últimos 15 anos através do mercado financeiro: títulos do tesouro, fundos imobiliários e ações (atualmente num esquema de “asset allocation”). Embora a curva de aprendizado tenha sido árdua e cheia de erros, mantive o foco e a disciplina, sobrevivendo e prosperando mesmo com as crises de 2008 e com a crise atual. Evitei ao máximo passivos ao longo do caminho, contudo não deixei de aproveitar a vida, viajei e curti bastante (investir e curtir não são incompatíveis). Optei por não adquirir imóvel próprio, moro até hoje em um apartamento alugado de bom padrão, fato que acredito ter alavancado meus investimentos.

A mensagem que gostaria de deixar é que investir é um processo que exige principalmente disciplina, paciência e educação financeira. É um processo lento mas gratificante no médio / longo prazo. Acumular ativos e evitar passivos é o segredo, com o passar o tempo os juros compostos se encarregam do resto. Não é preciso ser um gênio para investir por conta própria, apenas educação financeira para evitar armadilhas e grandes perdas.

Parabéns pelo site e pelo seu incentivo a educação financeira. Abraço.

Pedro
Visitante
Pedro

Olá Felipe. Me identifiquei bastante com seu comentário, principalmente a respeito de morar de aluguel, mesmo tendo condições de adquirir a tão falada casa própria. Prefiro continuar com meus investimentos e buscar ao máximo uma renda passiva. É engraçado a quantidade absurda de pessoas que ficam horrorizadas com o fato de alguns optarem por morar de aluguel, afirmando (sem conhecimento algum) que essas pessoas jogam dinheiro fora. Um abraço e parabéns.

Lima
Visitante
Lima

Olá Leandro! Na minha opinião empreender no Brasil atualmente está muito dificil(quase um missão de super-herói). Por um lado temos uma renda fixa que garante juros reais excelentes(com um pouco de estudo e informação) e por outro temos um sistema altamente burocrático, taxado em várias fases e leis trabalhistas rigidas ao extremo, que desestimulam partir para o risco. Hoje, em minha prática diaria, tenho notado a falência e o desgaste mental dos empreendedores. Paradoxalmente, torço muito para o país voltar a crescer e produzir riqueza, pois sem isso, temo que os juros da renda fixa não possam ser honrados no futuro, que as empresas deixem de ter dividendos na renda varíavel e o pior, que muito mais brasileiros percam seu emprego e sua saúde financeira. Torçamos para esse País entrar no rumo do crescimento desenvolvimentista, onde o ganha-ganha é de todos.

Glaucia Vieira
Visitante
Glaucia Vieira

Meus planos são mais modestos, estou no meu objetivo de conseguir meu primeiro milhão em 10 ou 20 anos e comprar uma casa na praia para morar. quero ter dinheiro para viajar pois adoro, não há experiência mais edificante. Agora estou com 34 anos e estou conseguindo construir casas e comércios para vender e alugar e os lucros eu divido para investir em renda fixa e tesouro ipca 2035 que é exatamente onde estou aplicando meu dinheiro para juntar meu primeiro milhão estou no caminho certo Leandro? Continua assistindo, lendo e procurando entender o máximo de economia.

Márcio
Visitante
Márcio

Excelente artigo. Parabéns Leandro.

Mark
Visitante
Mark

Seus artigos sempre ajudam a reforçar a disciplina de poupar e invetir. Muito obrigado!

Jorge Guerino
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Jorge Guerino

Oi Leandro.

Comprei o livro “Pai Rico Pai Pobre” em 2003, e percebi que muitos ensinamentos não eram compatíveis com nossa economia. Uma das regras que é sigo é não comprar passivos (casa na praia, sítio, carros caros), mas sim ativos, que gerem renda.

Acredito que ser empreendedor é um desafio, em qualquer parte do mundo, mais especialmente no Brasil. Sem conhecer o negócio, sem planejamento, anda acho melhor ficar na renda fixa. Muitos se aventuram no mundo dos negócios, pensando em ter renda maior que como empregados e acabam perdendo tudo.

Tem uma série de tv: “O Sócio”, que mostra como tem empresários despreparados nos Estados Unidos, que estão a ponto de quebrar se não conseguirem um aporte financeiro, mesmo tendo um bom negócio nas mãos. Em todo mundo capitalista deve ser semelhante.

Seria interessante ler um artigo seu sobre como se preparar para ser um empreendedor de sucesso.

Abraço.

Márcio
Visitante
Márcio

Leandro, apesar de fugir um pouco do assunto, o artigo apresenta uma frase que revela o quão incoerente é o atual pensamento econômico da maioria dos economistas:

“Os bancos centrais tentam limitar a inflação e evitar a deflação, a fim de manter a economia funcionando sem problemas.”

Em termos puramente econômico, deflação é o inverso da inflação, ou seja, é quando ocorre um aumento no poder de compra da moeda (por conseguinte, há uma tendência para ocorrer uma diminuição nos preços dos bens e serviços). Logo, a busca por uma moeda forte é um dos pilares para tornar uma sociedade mais próspera. Contudo, porque afinal de contas a entidade monetária deveria conter um possível movimento de deflação? Qualquer justificativa que se apresente pode ser considerada fantasiosa (para não dizer ideológica):

http://super.abril.com.br/comportamento/se-inflacao-e-ruim-deflacao-e-melhor

Em contrapartida, a fim de confrontar os quiméricos argumentos apresentados no artigo acima, eis os reais motivos porque geralmente isso ocorre:

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1011

OBS: Os economistas que defendem um necessário combate à deflação sempre apelam para o cenário japonês (deflacionário há anos), contudo a real causa dos problemas econômicos lá são outros:

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=894

Resumo de tudo: a ciência econômica deve ser analisada sempre no sentido de atender aos interesses dos consumidores/cidadãos, e não aos anseios daqueles grupos que querem ganhar sempre em todos os cenários (geralmente formados, em conluio, pelos grandes empresários e o próprio governo). Logo, é a partir desse tipo de pensamento que podemos falar em prosperidade social para todos, uma vez que as atuais políticas econômicas só tem levado a uma cada vez maior socialização da pobreza (os recentes prejuízos do governo – os chamados déficits fiscais – de alguma forma ou outra sempre acabam recaindo sobre os já sobretaxados pagadores de impostos).

antoniel
Visitante
antoniel

Excelente artigo Leandro. Parabéns!

Gerson
Visitante
Gerson

Mais um excelente artigo Leandro.
Parabéns !!! Como é tão simples quando contado por alguém que facilita as coisas. Estou motivado para cada vez mais investir em ativos. Por enquanto tenho investido apenas no meu negócio. Tenho objetivos de empreender muito mais. Quero ajudar muita gente a realizar os melhores negócios das suas vidas.
É muito inspirador ler seus artigos. Não perco um. Sou muito seu fã.
Agradeço demais por você se doar desse jeito, escrevendo conteúdos assim. É digno de muito respeito.
Desejo a vc Leandro e a todos que interagem aqui muito sucesso !!!

Pedro
Visitante
Pedro

Prezado Leandro, parabéns pelo artigo.
Já acompanho o seu trabalho há alguns meses e a cada nova publicação fico entusiasmado com a qualidade. Hoje, resolvi fazer meu primeiro comentário.
Já li pai rico pai pobre, assim como o guia de investimentos do Robert Kiyosaki. Toda vez pensava “mas como comparar dois sistemas e mercados diferentes como o americano e o brasileiro. Pois bem, você conseguiu apresentar uma excelente explicação.
Um abraço.

Misae da Silva
Visitante
Misae da Silva

Muito obrigado pela dedicaçao empenho de colaborar com a nossa ( futura indepedencia financeira) e tb de listra algumas parte do livro.
Graças ao meus prof. da faculdade e do site que na época estava procurando algo como começa a investir em TD. Depois de muitas procuras e pesquisas. Achei o site e um grande professor que nao tive na escola e principalmente na faculdade este prof.
Na favuldade fiz trabalho sob o livro , foi dificil de compreender no começo, mas depois ficou facil.
No começo da minhs vida de investidor foi pesquisando e ate mandando mensagem para o Leandro sob TD, mas depois de estuda e pesquisa, comprei e depois como já tinha uma quantia boa em TD, comecei a compra Ações, no começo nao começo nao sabemos muito, mesmo que saibamos as melhores empresas da bolsa de valores e agora estou estudando para vompra mas FII para monta minha carteira de investimento.
Mas ainda falta muito para consegui minha liberdade financeira, mas estou fazendo o dinheiro trabalha pra mim.
Sou assalariado e investidor.
Peço a dica mais importantes de invista em vc primeiro e depois viva com o restante. Sei que para muito é dificil, mas pegue um pouco e comece a investir.
Que no futuro tevemos uma renda extra.
Leandro muito obrigado por tudo. Que Deus abençoe.

Tauranis
Visitante
Tauranis

Boa noite Leandro,

Muito bom o artigo.

Iria comentar o ponto que o Rodrigo Galeno tocou sobre um certo “desprezo” que o artigo apresenta sobre quem acumula dinheiro em renda fixa.
Realmente parece, num primeiro momento, que isso é algo “ruim”, mas sua argumentação na resposta mostra que acumular riqueza pode ser vista como um passo para o empreendedorismo ou a finalidade de vida de algumas pessoas e independemente disso é necessário ter quem acumule para emprestar para quem quer aplicar e não possui recursos.
Sob uma visão mais simplista, o artigo também apresenta uma mensagem de que todo mundo DEVE ser empreendedor, ou pelo menos se livrar de alguma forma dos grilhões de um emprego fixo(algo demonisado).
Querer levar uma vida simples não desmerece a pessoa que possui esta visão de mundo, assim como um empreendedor de sucesso(medido pelo capital que possui) não deve ser visto como um ser superior, já que é uma outra visão de mundo.
Mas acredito que a verdadeira mensagem seja de reflexão sobre o que cada um pensa da vida e como decidirá levá-la, além de uma mudança comportamental em relação à vida financeira.
Em relação a empreender, não somos educados e instruídos nas escolas e universidades a pensar como empreendedores apesar de haver algumas iniciativas à respeito, como o programa de incubadora de empresas tecnológicas da USP.
Creio que a falta da instrução técnica nos faz tardar na decisão de investir num negócio próprio e quando decidimos fazê-lo mais por paixão do que pela razão, falhamos.
Por fim, agradeço pelo artigo, ainda mais por me fazer discordar em alguns pontos, pois a discordância me gera desconforto que me faz refletir.
Porque fosse apenas para concordar com tudo, não iria aprender nada.

Kleber Lima
Visitante
Kleber Lima

Valeu Leandro!

Pier
Visitante
Pier

Leandro, parabens pelo artigo, mas gostaria saber o como se preparar para o novo governo e se realmente os juros tenderem a cair , o que fazer quem invistiu em tesouro direto , o mesmo deixara de ser rentavel? , e como se preparar para as novas regras no mercado com juros baixos.

Sergio
Visitante
Sergio

Mesmo considerando que minha educação financeira ainda está no nível básico, esse excelente artigo está bem de acordo com o que considero ser um bom caminho para cuidar do nosso dinheiro: adquirir conhecimentos, poupar, continuar adquirindo conhecimentos e investir.
Apenas uma observação no artigo: se não me engano, o autor do livro citado é Robert Toru Kiyosaki.

Abraços

Ricardo
Visitante
Ricardo

Leandro, parabéns por mais esse maravilhoso artigo. Acompanho todos seus artigos e gosto muito dos livros do Robert Kiyosaki. Para quem leu Pai rico pai pobre, recomendo o outro livro dele o Indecência Financeira. Tbm mto bom. Na verdade é a continuação do Pai rico. Aproveitando, percebi que vc colocou Richard em vez de Robert. Abraços e novamente parabéns.

Ricardo
Visitante
Ricardo

Ops Independência Financeira

Uilson Dile
Visitante
Uilson Dile

Olá Excelente artigo, quando li o livro Pai Rico Pai Pobre foi um choque de realidade pra mim, depois de passar 20 anos trocando tempo por dinheiro agora estou convencido que é bem melhor investir no empreendedorismo, fiz um acordo sai da empresa, estou na luta de me virar como empreendedor individual, sobre a crise de 2008 deixo a dica de um filme sobre o assunto chama A GRANDE APOSTA uma excelente oportunidade para compreender a crise imobiliária americana, e como um grupo de pessoas conseguirão ganhar muito dinheiro na crise.

Gregory Ndukwu
Visitante

Bom dia Leandro tudo bem ?
Eu já acompanho você a um tempo, e através de algum artigo seu, eu conheci o Robert Kio.
Graças a vocês dois, eu assumir um risco, dexei meu emprego CLT. E aceitei um outro
trabalho como Pessoa Juridica, ainda trabalho pelo dinheiro, mas assumindo o risco de
abrir mão dos direitos trabalhistas, 13° eu aumentei meus ganhos em 3 vezes. Com isso
aumentei minha capacidade de investir na renda fixa. E agora estou começando um empreendimento
de auto risco. Mas sem mexer em uma reserva para emergência. Obrigado pelos conselhos, eu
recomendo seu site para todas as pessoas, e para meus alunos. Além de consultor de TI, eu
sou professor de matemática na rede pública, e o faço pelo prazer de dar aula e ajudar outras
pessoas. Os trabalhos de meus alunos, geralmente são ler livros como Pai Rico Pai Pobre, o homem
mais rico da babilônia e etc..
Tento ensinar a eles a necessidade de serem diferentes da multidão.

Até breve

Eder
Visitante
Eder

De fato, o caminho da independência financeira é longa e solitária. Hoje mesmo tive uma experiência até engraçada com o “meu gerente de conta no banco”. Ele disse para não me arriscar em possibilidades maiores. O certo é manter o dinheiro seguro com ele em seu banco. Para ele tudo é perigoso, só não é, deixar o dinheiro com eles.

Diego
Visitante
Diego

Ótimo artigo! Está na hora de por o dinheiro para funcionar, o seguro morreu de velho!

Junior
Visitante
Junior

Olá Leandro, também usei como base de “iniciação financeira” os livros do Kiyosaki e recomendo os primeiros livros dele. Porém vejo que até ele se perdeu no meio do caminho e na própria ganância, levando à ruina o império que construiu através da RICH Global LLC. (http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/noticia/2582290/empresa-autor-pai-rico-pai-pobre-pede-falencia-diz-nyp).
Acredito que grande parte de sua fortuna, veio através das vendas relacionadas a franquia Pai Rico Pai Pobre e não somente à investimentos realizados. Por isso, a aprendizagem (como você sempre deixa muito claro) é a maior aliada nesses casos.
Talvez o maior empecilho de gente como eu, que há algum tempo, busca a independência financeira, é subir cada degrau trabalhando PRIMEIRAMENTE o psicológico. Para cada degrau, uma forma de agir, de pensar, de planejar. Vejo que, dessa forma, crescemos de maneira estruturada evitando as armadilhas e até mesmo a ganância que nosso consciente e inconsciente nos prega diariamente.
Parabéns mais uma vez pelo ótimo artigo!

Hércules
Visitante
Hércules

Leandro, você já escreveu ou pretende escrever algo sobre microfranquias?
Será que essa é uma boa opção para entrar no mundo do empreendedorismo?

Angelo Figueiredo
Visitante
Angelo Figueiredo

Leandro mais um texto excelente!
Acompanho vc desde 2014 e aprendi muito sobre renda fixa aqui.
Sinto falta de conteúdo com uma didática tão boa quanto a que vc usa aqui no sentido da renda variável.
Você tem interesse em fazer algo com esse conteúdo ou sugere algum parceiro para isso?
Grande Abraço

Wagner Lazzari Ribeiro
Visitante
Wagner Lazzari Ribeiro

Ótimo artigo Leandro! Mas certas coisas são complicadas por exemplo: os três bilionários citados são americanos onde temos incentivo ao empreendedorismo ,moeda estável,impostos baixos,juro baixo e menos burocracia para empregar. Em contrapartida aqui temos carga tributária absurda,juros altos(somente grandes empresas tem acesso a financiamentos via BNDES) economia instável, moeda fraca e burocracia demais para demitir ou fechar empresa…. é complicado mas concordo que só arriscando para vencer.Abraço , muito obrigado Leandro!

GB
Visitante
GB

O triste grande problema no Brasil é que hoje é mais negócio ser empregado que empregador, o camarada já entra procurando onde vai dar problema para entrar com processo trabalhista.

O governo não para de procurar onde pode ferrar a empresa.

O mercado imobiliário quer sugar o resto que sobrou aumentando alugueis.

O Brasil é um local que espanta empreendedores.

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