Não junte dinheiro pensando no futuro difícil

Todo educador financeiro costuma recomendar uma poupança para emergências antes de iniciar qualquer investimento ou para evitar o endividamento. Esta poupança serviria para proteger o investimento e o patrimônio da família.

Vamos imaginar que todos os seus investimentos se resumem a dois imóveis alugados. Se ocorresse alguma eventualidade (acidente, doença, etc) e você precisasse do dinheiro imediatamente, poderia ser obrigado a assumir uma dívida ou teria que vender um dos imóveis às pressas para conseguir o dinheiro.

A falta de uma poupança para emergências acaba colocando em risco aqueles seus investimentos que possuem pouca liquidez. Outro exemplo seria ser obrigado a vender títulos privados (LCI, LCA, CDB, etc) ou títulos públicos prefixados e indexados pelo IPCA antes do vencimento em um momento desfavorável.

Ainda existe a questão da formação de dívidas e pagamento de juros por falta de poupança para emergência.  Na verdade ninguém deveria entrar nos limites do cheque especial ou utilizar cartão de crédito como reservas para emergência. As pessoas literalmente jogam dinheiro no lixo pagando juros quando deixam suas contas ficarem no vermelho. É para evitar entrar no vermelho que as reservas de emergência servem.

O que escrevi até aqui é a visão dos educadores financeiros pragmáticos, aqueles que olham a questão pelo lado racional, prático, matemático e deixam as questões emocionais de lado.

As pessoas juntam dinheiro pelos mais diversos motivos. Podemos dividir estes motivos em três grandes grupos:

  1. Juntar dinheiro para comprar;
  2. Juntar dinheiro para investir, prosperar e enriquecer;
  3. Juntar dinheiro para enfrentar dificuldades no futuro.

Uma pessoa com a vida financeira equilibrada junta dinheiro pelos três motivos e ao mesmo tempo. As pessoas que possuem uma vida financeira desequilibrada optam por apenas um dos motivos acima e com isto acabam enfrentando problemas.

O sofrimento do avarento:

Você deve conhecer alguém que é extremamente avarento e que as pessoas costumam chamar de pão duro ou mão de vaca. São pessoas que economizam tanto que acabam sofrendo consequências negativas na vida pessoal, familiar e social. Já vi pessoas que enfrentam problemas de saúde, se expõem ao sofrimento, correm riscos e vivem uma vida infeliz por serem exageradamente econômicas. É claro que sempre que poupamos estamos fazendo um sacrifício, deixamos de consumir hoje para garantir um futuro melhor. Este sacrifício existe, é importante, mas é claro que o exagero é condenável.

Quando conversamos com estas pessoas percebemos que elas enfrentaram algum tipo problema financeiro grave no passado. O trauma provocado por não ter dinheiro durante situações difíceis as levaram a viver uma vida sofrida. Todo dinheiro que ganham é visto como um meio para evitar que os sofrimentos retornem. Elas passam a vida toda com medo da miséria. Para estas pessoas o dinheiro só serve como segurança, como proteção, como recursos que elas só irão gastar nas situações mais difíceis da vida. Em termos práticos isso não é nada saudável, embora a própria pessoa não seja capaz de perceber isso.

Comportamento doentio:

Também devemos juntar dinheiro pensando na nossa prosperidade financeira, no nosso enriquecimento interno e externo. Isto não significa que você não deva ter uma reserva para emergências. Isto significa que você deve olhar a sua reserva de emergência de maneira mais positiva, como uma base sólida que permitirá fazer investimentos de longo prazo, iniciar um empreendimento com segurança, garantir crescimento e prosperidade sem sustos. Esta seria a forma emocionalmente saudável de encarar as suas reservas para emergências.

Já a maneira patológica seria passar a vida toda guardando cada centavo esperando os problemas chegarem, sem investir, sem crescer profissionalmente, sem empreender, sem consumir, sem viajar, sem ter novas experiências e sem aproveitar um pouco da vida.

O autor lembra que a vida que levamos é uma consequência das coisas que pensamos. Alguém que pensa em prosperidade naturalmente tem mais chances de conseguir prosperar, já que estará a todo momento pensando nisso, procurando oportunidades, fazendo as coisas acontecerem. Alguém que só pensa nos problemas esquece de pensar nas soluções dos problemas. Quem só olha para os problemas fica anestesiado e paralisado.

A segurança que produz o desleixo:

Também existem as pessoas que por terem uma grande reserva para emergência se expõem mais ao risco, ficam mais desleixadas. Exemplos: Por se sentirem seguras não se preocupam com a segurança ao dirigir, não se preocupam com a própria saúde, não se esforçam para apresentar bons resultados no trabalho ou nos seus negócios. Este comportamento desleixado só ocorre pela segurança proporcionada pelas reservas para emergências. O resultado disso pode ser a materialização das emergências. O que dirige sem cuidado e preocupação com a segurança acaba provocando acidentes. O que não se importa com a própria saúde acaba produzindo doenças. Aquele que não se importa com a qualidade do trabalho que faz, por sentir-se seguro com suas reservas, acaba sendo demitido ou perdendo seus clientes.

Juntar dinheiro para evitar dias difíceis não produz dias difíceis no futuro por pura superstição, misticismo, castigo ou azar. Quem é prevenido não atrai o azar. O problema está no comportamento das pessoas que só juntam dinheiro pensando nos piores dias. Esta mudança no comportamento é que acaba favorecendo ao surgimento de situações negativas no futuro.

Quem poupa e investe pensando na prosperidade terá recursos quando um imprevisto e assim suas energias continuariam focadas na prosperidade (de maneira otimista e positiva) e não nas adversidades (de maneira pessimista e negativa).

A briga entre o racional e o emocional:

É impossível falar de educação financeira sem considerar o lado emocional e o lado racional das pessoas. Você é o resultado dessas duas forças que estão sempre em conflito. Os problemas financeiros resultam no desequilíbrio entre as forças emocionais e racionais.

Devemos juntar dinheiro para comprar as coisas que precisamos e as coisas que gostamos. Com isto, você não precisará pagar juros para os bancos e financeiras (desperdício de dinheiro) e ainda ganhará juros enquanto estiver acumulando os recursos. Também devemos juntar dinheiro pensando na nossa prosperidade. Ninguém deve se conformar com a situação financeira que possui. É importante pensar em progresso e na liberdade financeira. Até a economia do país depende de uma sociedade com mentalidade voltada para a produção de riquezas, prosperidade e crescimento financeiro. Uma sociedade rica é formada por pessoas que cuidam da própria prosperidade.

Se você só junta dinheiro para comprar coisas, esquece de prosperar e de garantir reservas, você está em desequilíbrio.
Se você só junta dinheiro pensando no enriquecimento, não compra nada que você gosta e não faz reserva, você está em desequilíbrio.
Se você só faz reservas pensando no pior, esquece de prosperar e de gastar com o que te faz feliz, você tem um desequilíbrio.

Invista primeiro em você:

O primeiro investimento que devemos fazer para melhorar a nossa vida financeira é o investimento em conhecimento. Custa pouco e rende juros pelo resto da vida. Sem saber investir o nosso próprio dinheiro, não teremos bons resultados. Dependendo da opinião dos outros para saber onde investir, teremos resultados ainda piores. O conhecimento melhora nossos resultados e liberta da dependência dos outros. Escrevi uma série de livros que podem te ajudar muito a adquirir todo o conhecimento que precisa no menor tempo possível. Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.

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Reginaldo de Souza
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Sou a favor também de juntar dinheiro para sonhos futuros e garantir a liberdade financeira e não apenas para reservas emergenciais. Algo que também não deixa de ser importante.

Leninha
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Leninha

Leandro, ótima postagem, obrigada pelo seu belo trabalho. Eu li sobre reserva de emergência aqui no site, mas fiquei com uma dúvida: devo fazer uma reserva de emergência primeiro ou pagar dívidas? Tenho um consignado a 1,27% de juros a.m. e estou pagando antecipado com o dinheiro que me sobra para pagar menos juros. Só mantenho reserva para alguma possível emergência no valor de R$ 1.000,00 aplicada atualmente em CDB com liquidez diária (100% do CDI), o qual já usei para conserto da moto que foi batida e para uma cirurgia que fiz. O valor é reposto sempre, pois meu salário sobra, mesmo após pagar as contas, parcela de empréstimo e financiamento pelo minha casa minha (dívida) vida, mas não estou mantendo uma reserva maior que essa.

Nilton
Visitante

Prezado Leandro, tenho acompanhado a suas publicações, e parabenizo-o pelas mensagens e dicas, cuidado para não fugir do seu estilo, mesmo que de maneira pensada. Aproveito para citar que ontem deu uma entrevista na TV UOL http://mais.uol.com.br/view/15553140. forte abç

Prof. Elisson de Andrade
Visitante

Olá meu amigo e mestre Leandro.

Depois de vários artigos memoráveis publicados nesse blog, vejo com um muitas ressalvas algumas ideias do presente post (mesmo sendo do autor do vídeo e não as suas).

Estou falando isso como crítica construtiva, para iniciar o debate num dos blogs mais sérios de finanças pessoais que conheço. Para discutirmos sobre dinheiro de maneira inteligente, num local de pessoas inteligentes.

Meu ponto de vista é: não gosto muito da ideia de misturar Educação Financeira com argumentações como “pessoas que guardam dinheiro como um montante de segurança, inconscientemente, (…) causavam a si uma batida de carro, um acidente, uma doença, um assalto, parentes aparecem querendo emprestar dinheiro”…

Concordo plenamente que ter como objetivo apenas momentos de crise, é pouco, é raso. Que agindo assim se demonstra uma ausência de objetivos mais nobres e realizadores.

Mas relacionar de maneira séria possíveis adversidades da vida com pensamento negativo, exigiria muito mais do que uma pequena amostra de casos pessoais vividos pelo autor.

Um forte abraço e continue com esse trabalho incrível, nos impulsionando e instigando com temas polêmicos relacionados às finanças pessoais.

Juliano
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Juliano

Faz sentido tudo que ele disse, muito bom!

Paulo Leite
Visitante
Paulo Leite

Excelente artigo. Uma bela reflexão.

Hevlin
Visitante

Excelente Artigo!

Edw
Visitante
Edw

Leandro, quais as suas perspectivas em relação ao dólar daqui para dezembro? Poderia falar um pouco sobre esse “ativo”, se souber? 🙂

Amaral
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Amaral

Leandro, concordo com seu post e com o vídeo tb. As idéias não deveriam causar tanta estranheza, pois basicamente seguem a cartilha básica das finanças pessoais: Deixar uma reserva de emergência de 3~12 meses de gastos (depende do contexto pessoal/profissional) em uma aplicação líquida; Gastar e Investir a partir daí todo restante (esse ponto sim, vai variar muito de pessoa pra pessoa o percentual para gastar ou investir).No fundo, nada demais ou novo nestas idéias. Grande abraço.

Wanderson Santana
Visitante
Wanderson Santana

Simplesmente concordo com ambos.
Devemos utilizar todas essas ‘técnicas’ e conhecimento ao nosso favor, para prosperidade e etc, porém não podemos esquecer, estamos neste mundo para viver.

Halisson
Visitante
Halisson

Artigo rico em idéias de quem aparentemente desenvolveu fortemente os dois lados do cérebro . A razão e a emoção dão as mãos para pacificar essa aparente contradição entre as idéias de educadores com inclinação mais pragmática e educadores com vies mais emocional. É por isso que sou fã assumido desse site. Possui papel especial nos meus favoritos. Valeu Leandro!

Allan
Visitante
Allan

Boa Tarde Leandro!!!
No seu conceito como saber se estamos sendo avarentos na hora de economizar? Ter um padrão de vida abaixo da situação real é ser avarento?

Marcelo Ronie
Visitante
Marcelo Ronie

Excelente artigo Leandro!

Misael da Silva
Visitante
Misael da Silva

Otimo artigo.
Devemos poupa para investimos e ter uma liberdade financeira. Sabemos que teremos momentos dificeis, mas nao devemos guarda dinheiro pensando somento este momentos o futuro nao pertence a nós mais devemos viver o maximo possivel dela ( nao pensando nas coisas ruim), na maioria é evita-las.
Obrigado por este artigo mais uma vez

gutemberg
Visitante

excelente Leandro… video e texto confrontadores, para nos tirar da zona de conforto e nos fazer pensar. Valeu

Alessandro
Visitante
Alessandro

Excelente artigo!
Como sempre.
Abs.

Ro
Visitante
Ro

Nós devemos guardar dinheiro sim, mas não só pensando em utilizá-lo para coisas ruins. Acredito que a linha de pensamento do vídeo é para termos pensamentos positivos, a lei da atração, que eu acredito que existe, para podermos atrair coisas boas. Mas também é como você disse Leandro, as vezes não depende somente de nossos pensamentos para acontecer coisas boas ou ruins, mas se tivermos pensamento positivo já ajuda muito, uma mente saudável faz bem a alma.

Victor
Visitante
Victor

Leandro, o seu texto ficou bem melhor que o vídeo do Paulo. A forma como o vídeo foi feito não transmite a mesma ideia que você expôs. Faltam detalhes no vídeo para isso. Mas enfim, parabéns pelo artigo, Paulo deveria ler seu artigo e corrigir o vídeo, explicando mais detalhadamente.

Gustavo Rabello
Visitante
Gustavo Rabello

Boa noite a todos. Leando, além do governo a própria população não tem uma educação financeira adequada ao ponto de reter dinheiro e gerar uma poupança, muito pelo contrário, o número de endividados só cresceu nos ultimos anos. Concordo contigo também quando você menciona que as nações desenvolvidas são aquelas onde a população busca a prosperidade. E isso não se enquandra na conjuntura atual do Brasil, onde houve aumento da demanda sem criacao/produção de nada efetivo, ou seja, nos últimos anos o Brasil não conseguiu gerar quase nada de valor.

Simone Costa
Visitante

Olá Leandro, sempre apreciando suas postagens maravilhosas que contribuem para a educação financeira do nosso país. Sou Engenheira Civil, Coach de finanças e fundadora do site Você Rica compartilho da ideia que devemos mudar a perspectiva do planejamento financeiro e da reserva para a emergências. Na quinta-feira passada publiquei meu novo e-book grauito “Planejar é preciso” em um dos capítulos abordo o novo olhar para o planejamento financeiro.

“A maioria das pessoas vê no planejamento financeiro o apoio para vencer o medo:
 
E se eu ficar desempregada?
E se eu morrer?
E se eu ficar doente?
E se, e se, e se…?

O medo é nada mais, nada menos que a nossa mente nos lembrando de algo que aconteceu no passado e que não queremos reviver, ou a projeção do futuro sobre algo possível de ocorrer. Se você já passou fome, se ficou desempregada, se já foi traída, faliu um negócio, ou passou por qualquer outra experiência dolorosa de perda, você certamente não quer vivenciá-la novamente. Mas, mudando a perspectiva para aquilo que deixamos de ganhar, nossa mente se expande, se liberta do pensamento de escassez e o medo, que antes era um tigre, agora se torna um felino doce e amável.

Precisamos adquirir o doce olhar para a perspectiva daquilo que podemos conquistar através do planejamento financeiro.

Poderei me aposentar precocemente
Poderei fazer um trabalho que me satisfaz
Poderei abrir meu negócio
Poderei viajar para onde quero
Poderei comprar x,y,z
Poderei ajudar outras pessoas a conquistar aquilo que elas precisam
Enfim…”

Devemos sempre poupar, investir e ter reservas, mas tirar o foco da perspectiva da perda, criando uma mentalidade positiva sobre o que podemos ganhar com o planejamento financeiro.

Parabéns pela sua abordagem sempre coerente e sensata.
Grande abraço
Simone Costa

Lúcio Junes Lemes Da Silva
Visitante
Lúcio Junes Lemes Da Silva

Leandro, Boa noite!!!
Primeiramente quero dizer que sou leitor dos seus livros e artigos, também sendo admirador do seu trabalho. Em razão de ler vários livros, também me considero um cara educado financeiramente, o que faz com que grande parte do meu dinheiro seja direcionado para investimentos de curto, médio e longo prazo, buscando como meta principal a liberdade financeira. Mas, o que fez eu escrever esta mensagem foi o vídeo do educador Paulo Vieira, o qual eu assisti e tenho que confessar que concordo totalmente com o que foi falado, sendo que não vi nenhuma afronta aos princípios da educação financeira ou um ensinamento errado sobre o real motivo de juntar dinheiro. Como já falei, li e leio vários livros sobre educação financeira, assim como livros sobre o poder do pensamento e aquilo que criamos. O autor tem razão, se juntarmos dinheiro para os dias difíceis, nós teremos dias difíceis. Se juntarmos dinheiro para sermos ricos, em todos os sentidos, liberdade financeira, se, porventura, ocorrer um dia difícil, estaremos preparados. Mas o foco para juntar dinheiro não é os dias difíceis que possam vir. Bom, essa é a minha contribuição, não conhecia o autor, mas achei necessário fazer este comentário. Forte abraço Leandro.

Renata Ribeiro
Visitante
Renata Ribeiro

Obrigada Leandro por mais este post. Eu também penso assim. Gosto da palavra sonhos e assim vou guardando para realização deles. É claro que no meio do caminho, temos imprevistos, e não vejo mal algum em usar parte desse dinheiro, caso não tenha uma reserva especificamente para isso, por enquanto. Mas o grande lance é saber em que está seu foco e acredito muito nisso também. Focar em coisas boas, prósperas que nos fazem bem, muda a nossa maneira de encarar o mundo e consequentemente os seus percalços.

Fernando
Visitante
Fernando

Boa noite Leandro! Descobri seu site por acaso hoje em uma busca na internet e estou animado com os posts que tenho lido, parabéns pelo trabalho! Gosto muito do jeito que pensa Finanças Pessoais, pois aparentemente coincide com tudo que já li e fez/faz sentido para mim! Me impressionou também sua atividade nos comentários! Parabéns pela atitude e atenção com sua audiência!
Já me inscrevi na newsletter e espero cada vez mais enriquecer meu repertório sobre este assunto o qual tanto me interessa! Grande abraço!

Mario
Visitante
Mario

Desculpe fugir do tema, mas a expectativa da reunião do COPOM é de mais uma alta da taxa básica de juros e talvez a última encerrando o ciclo de alta. Então baseado nesta expectativa, investir em LFT não seria um risco, ou seja, a LTN não passaria ser mais atrativa, inclusive sua compra imediata?

Mauricio
Visitante
Mauricio

Concordo com toda a argumentação feita por nosso anfitrião Leandro Ávila. Porém, não foi bem isso que entendi ao assistir o vídeo do Paulo Vieira. O autor do vídeo não é nada científico e usa argumentos frágeis. Ele tira conclusões baseando-se apenas no que ele QUER ver, de modo a dar suporte ao que ele deseja demonstrar.
Seres humanos que somos, fatalmente passaremos por situações difíceis mais cedo ou mais tarde, pois doenças, acidentes, mortes, e outras adversidades podem acontecer sem que tenhamos controle sobre elas. É claro que algumas dessas situações podem ser evitadas, mas, de toda forma, pessoas são pessoas; morrem, adoecem, se acidentam, são demitidas, etc.
Dessa forma, o autor enfatiza o fato de as pessoas que poupam pensando em dias difíceis realmente sofrerem dias difíceis um dia, mas não se importa se aqueles que não fizeram isso também sofrerem com dias difíceis. Então digo que todos, sem excessão, passam por momentos difíceis na vida, mas o autor quer provar que os dias difíceis vieram em decorrência da poupança pensando em dias difíceis.

Mas parabéns ao Leandro que consegue “consertar” o vídeo tirando o lado bom da mensagem.

Marcelo Bortolotto
Visitante
Marcelo Bortolotto

Bom Dia, Leandro

Acredito que bom senso é chave em relação a finanças e a Biblia nos ensina como devemos encarar o tema e cito apenas alguns textos:

Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
I Timóteo 6:10

O avarento coloca sua própria família em apuros, mas quem repudia o suborno viverá mais e melhor.
Provérbios 15:27

cesar augusto
Visitante
cesar augusto

Quero deixar aqui um pensamento que hoje esta sendo propagado, eu nao guardo dinheiro para os dias infelizes e sim para os dias felizes …………… essa concepção é que é a chave da mudanca da mente prospera

Louis
Visitante
Louis

Não sei como tem gente que consegue gastar sem ter nenhuma reserva de emergência. Isso pra mim é incompreensível.
Pra mim, dinheiro existe para ser acumulado. O dia que eu estiver gastando tudo o que ganho, me internem em uma clínica psiquiátrica.

Gonçalo
Visitante
Gonçalo

Leandro, muito obrigado por mais um ótimo texto! Não entendo por que títulos atrelados ao IPCA podem gerar perdas se vendidos antes do vencimento, já que eles pagam mais que a inflação. Abraço!!

Daniela
Visitante
Daniela

Ola Leandro,

Bom, sou mega fa do livro “O segredo da mente milionaria” do T. Harv Eker… e ele expoe a mesma opiniao do video… mais uma vez um excelente post, muitissimo obrigada!

CORNELIUS OKWUDILI EZEOKEKE
Visitante
CORNELIUS OKWUDILI EZEOKEKE

Querido mestre Leandro,quero te agradecer por tudo que representa na Educação financeira das pessoas e ter a oportunidade de conhecer os seus trabalhos me enriquece a cada post.Sou um apaixonado pela Educação financeira e portanto,leio todos os seus post,confesso que hoje foi com um ar diferente e gostoso que saboreio seu comentário-post sobre o Vídeo do Paulo Vieira. Primeiro,porque é realmente polémico devido ao entendimento equivocado de algumas pessoas sobre a abordagem do Vídeo e o seu comentário. Segundo,porque também conheço pessoalmente o Paulo Vieira e os seus cursos de Inteligência emocional(Método Cis),Coaching Integral Sistêmico Etc.Quero te parabenizar pelo artigo pois demonstra entendimento de tudo que Paulo disse(Sou totalmente a favor) e quero igualmente parabenizar o Prof Elisson de Andrade pelos comentários com suas ressalvas.Isso enriquece nosso aprendizagem,apesar de não concordar com elas.Suas respostas provou que realmente és um ser iluminado e sua maneira de se posicionar nesses assuntos te coloca como o maior Educador financeira do País na minha opinião.Não tenho palavras para descrever como me sinto a cada vez que te leio.Cara,você me inspira a continuar estudando para poder agregar valor ás pessoas no que tange Educação financeira.O Paulo Vieira é PhD e criador de um método reconhecido internacionalmente em Coaching,é ridículo que alguém diga que o Vídeo é pouco científico com argumentos frágeis, uma vez que basta meia palavra para um bom entendedor.Como foi bem falado pelas pessoas que aqui postaram comentários,há vários autores internacionais que têm as mesmas opiniões.Parabéns Leandro pela defesa de Educação financeira sem frescuras !!!

janete
Visitante
janete

Boa noite leandro.
eu sou totalmente a favor do video.
e entendí perfeitamente a colocaçao do autor.
pensamentos negativos atrai coisas negativas.
Quem espera gastar o seu dinheiro com infermidade jamais vai gastar com viagens e momentos felizes , ja que ele guardou com um objetivo de gastar com doênça…
Obrigado por mais um post maravilhoso ..
Um abraço

Jonatam
Visitante

Mais um belíssimo post Leandro.

Parabéns pelo excelente conteúdo.

Abraços,

Fernando
Visitante
Fernando

Eu junto dinheiro porque sofro de transtorno obsessivo-compulsivo, que me faz sentir inseguro a respeito do future, para mim tudo pode se tornar catastrófico e fiquei obcecado em dinheiro, Recentemente que passei a gastar mais com lazer sem sentir-me culpado. É muito difícil.

Maciel
Visitante
Maciel

Devemos ter capital reservado para o imponderável. Lembra me a história da formiga e do gafanhoto , se o inverno chegar você vai querer ser qual dos dois ?

willians santos
Visitante
willians santos

boa noite Leandro !!!!

os anos de 2014 e 2015 foram muito apertados para, pois, somente para pagamentos de dividas não sobrando nada para meu uso, estou querendo fazer em 2016 uma reserva emergencial mensal de R$ 1.005,00. quais seriam os locais aonde poderia fazer esse reseva(ex. poupança,etc..)????

willians santos
Visitante
willians santos

boa noite !!!

antes de tudo quero lhe agradecer por ter me respondido, fiquei na expectativa de entrar aqui e ver sua opinião. Digo ao sr. que estou aprendendo muito com essas dividas que estou pagando e quero que no ano de 2016 possa ser o ano de guardar, assim como fiz o dia 2015 que esta sendo de pagar,neste mesmo ritmo

obrigado!!!!!

Fabiana
Visitante
Fabiana

Leandro, seu site mudou minha forma de pensar e me ajudou a tratar da minha vida financeira com mais equilíbrio. Parabéns e Obrigada!

Wilson
Visitante
Wilson

É aqla coisa, o que vc pensa leva a suas acoes e comportamentos. Virei servidor publico pq acho um maximo vc poder servir ao publico, ajudar as pessoas, atender suas necessidades e ainda ser remunerado por isso. mas nem todos pensam assim e tem muitos que estao lá sem concurso – nao sabe o esforco necessario para chegar la entao nao dao o devido valor ao que faz e nem sabe da importancia do seu trabalho na vida da populacao (é o ter, sem ser, sem fazer) – o governo cria esses cargos de livre nomeacao e exoneracao para servir de moeda de troca p comprar apoio (todas as esferase – municipio, estado e uniao) e isso contribui p uma imagem muito ruim do servico e de dificil reversao já que essas pessoas estao ali por indicacoes de apadrinhados e nao por sua competencia e geralmente sao pessoas q nao estao nem ai p nada. mas tem se renovado entrando muita gente nova – concursado – com pensamentos diferentes, inovador e comprometida no que faz espero que isso se reflita em uma melhora no longo prazo.
Parabens pelos posts apensar d nao comentar leio todos.
abs

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