Quanto custa a vaidade nas redes sociais

Você já calculou quanto custa sua vaidade? Quanto você precisa trabalhar todos os meses para manter sua vaidade? Você sabe quanto isso já impactou na sua vida financeira e quanto irá impactar no futuro?

vai.da.de
sf (lat vanitate) 1 Qualidade do que é vão, instável ou de pouca duração. 2 Desejo imoderado e infundado de merecer a admiração dos outros. 3 Vanglória, ostentação. 4 Presunção malfundada de si, do próprio mérito; fatuidade, ostentação. 5 Coisa vã, fútil, sem sentido. 6 Futilidade. V. de língua: jactância, presunção.

Estava lendo uma reportagem sobre uma australiana chamada Essena, que era seguida por meio milhão de pessoas nas redes sociais. Ela não é atriz, cantora ou esportista famosa. Essena apenas compartilhava uma “vida perfeita” através de fotos e vídeos nas redes sociais. Isso atraia a atenção de uma multidão de jovens que sonham e acreditam na existência de uma “vida perfeita”.  Um dia,  Essena resolveu parar de fingir que tinha uma vida maravilhosa e disse: “Fui consumida pelo mundo da mídia social, que não é real, e sim baseado em aprovação social e em julgamentos superficiais“.

Ela resolveu editar a descrição de várias fotos que já tinha publicado nas redes sociais (a foto abaixo é um exemplo). Trocou a descrição sobre mais um dia comum (e maravilhoso) na vida dela, por um relato irônico do enorme trabalho que tinha para criar uma realidade falsa.

O caso desta moça é um extremo. É claro que cuidar da aparência é importante. É claro que todo mundo gosta de ser bem visto pelas pessoas. O problema é que aprovação social é viciante. As “curtidas” se transformam em prêmios para o ego, geram satisfação imediata, como se fossem pontos em um joguinho.

Muita gente entende curtidas como medida de atenção e admiração dos amigos e parentes. Existem pessoas que ficam tristes quando publicam fotos e não recebem as curtidas merecidas. Acabam monitorando quais são as pessoas que curtem as fotos, quais não curtem, quantas curtidas os amigos receberam e começam a comparar o desempenho deles com o próprio desempenho nas redes sociais. Em pouco tempo a pessoa estará envolvido(a) em uma disputa por curtidas, na busca de aprovação e elogios. Isto poderá se transformar em problemas emocionais e até financeiros.

Quantas vezes você viu amigos e parentes cometendo exageros de consumo compartilhadas nas redes sociais?

Roupas da moda, restaurantes caros e viagens para lugares badalados. Você logo irá perceber o que os seus amigos mais curtem e vai passar a utilizar esses parâmetros para tomar decisões de consumo. Esse exibicionismo nas redes sociais faz você pensar que a vida do outro é melhor e mais divertida que a sua. Você fica motivado(a) a criar uma realidade paralela para ser exibida publicamente. A consequência disso é mais insatisfação com seu padrão de vida. O problema maior ocorre quando você tenta elevar esse padrão tornando seus custos incompatíveis com sua realidade financeira.

Fingir ter um estilo de vida que você não pode manter, custar muito caro. Seu estilo de vida precisa ser compatível com a sua renda, não importando o que os outros pensam disso, afinal, é você que paga suas contas.

Parcelamentos no cartão, empréstimos e financiamentos só mascaram o problema. É uma forma de ostentar no presente empurrando a dívida para o futuro. Um dia a conta chega e suas decisões passadas vão sabotar a sua estabilidade financeira futura.  Aqueles planos importantes que você tinha para o futuro, serão adiados para satisfazer uma vaidade no presente.

Eu acredito que felicidade e liberdade andam juntas. No momento que você se sente obrigado(a) a se comportar dentro de padrões que os outros determinaram como sendo “padrões de felicidade” você começa a ter problemas. No dia que você atingir esse padrão, verá que está faltando alguma coisa. Provavelmente será a sua liberdade.

Quanto custa, por ano, estar sempre com:

  • O cabelo da moda;
  • A maquiagem da moda;
  • A roupa da moda;
  • Os calçados da moda;
  • Os óculos da moda;
  • O smartphone da moda;
  • O carro da moda;
  • O apartamento no bairro da moda;
  • Frequentando os restaurantes da moda;
  • Nos destinos turísticos da moda?

Quanto da sua vida você está gastando todos os anos, trabalhando para conseguir dinheiro suficiente para manter um “padrão de vida perfeito” aos olhos dos outros? Você já parou para pensar que muito do que você consome, muito do que você deseja, é na verdade um caminho para obter aprovação social?

No mundo em que vivemos, sacrificar uma vida inteira correndo atrás de dinheiro para termos aprovação social não é visto como loucura. Buscar aprovação de todos é o padrão de comportamento normal, aceitável, esperado e desejado. Já a situação contrária… é loucura.

As pessoas acreditam que somente um louco seria capaz de viver sem preocupar-se com a aprovação dos outros.

Agora vamos conhecer outro extremo, o extremo oposto com relação a aprovação social. Nessa reportagem aqui, vamos conhecer o homem que vive feliz dentro de um buraco que ele mesmo construiu. Ele não se importa com o que os outros pensam disso.

O Sr. Antônio, da foto cima, segundo os médicos, sofre de uma doença mental chamada de esquizofrenia paranoide. Ele não parece preocupado com o que os outros acham do estilo de vida que ele leva. Segundo os próprios parentes, o Sr. Antônio é uma pessoa feliz, gosta da vida que escolheu, não reclama de nada e não se preocupa com o que as pessoas acham da vida que ele leva.

Se esquizofrenia paranoide é uma doença mental em que a pessoa perde o contato com a realidade, que diferença existe entre o Sr. Antônio e as pessoas que se comportam como a moça australiana? O primeiro vive uma vida autônoma, primitiva e natural, como nossos antepassados viviam, longe das estruturas artificiais das grandes cidades. Já a moça, vive uma fantasia. Ela construiu uma realidade baseada no consumismo que precisa ser aprovada através das curtidas nas redes sociais. Se todos vivem a mesma fantasia, quem vive fora da fantasia é que está fora da realidade.

Aqui temos a foto da moça australiana, depois que voltou a ter contato com a realidade. Agora ela está sem maquiagem, sem Photoshop, com a cara limpa, do jeito que a vida é. As 500 mil pessoas as seguiam nas redes sociais, provavelmente, estão chocadas com este contato com a realidade.

Você provavelmente possui muitos amigos e amigas que tentam mostrar que vivem uma vida perfeita nas redes sociais. Eles não mostram o esforço necessário para criar essa falsa realidade. Os problemas financeiros e as dívidas que eles precisam assumir para ostentar aquilo que não são, também não aparecem publicamente na internet. Já existem vários estudos mostrando que o exibicionismo nas redes sociais prejudica o lado emocional das pessoas, isso vale para quem ostenta e para quem inveja a ostentação. Veja a reportagem.

Conclusão

Meu objetivo com este artigo é motivar sua reflexão, por isto utilizei dois casos reais extremos. Existem 1001 possibilidades entre os dois extremos. Reflita sobre o tempo que você perde e o dinheiro que você joga fora tentando surpreender as pessoas que te seguem nas redes sociais. Faça essas reflexões e tente identificar exageros.

Observe seu comportamento. Verifique, antes de comprar, se você tomaria essa decisão de compra se não fosse possível compartilhar a experiência com seus amigos e parentes (através de fotos, vídeos e histórias na internet).

  1. Se você não pudesse compartilhar que foi em determinado restaurante badalado, comer um prato da moda, será que mesmo assim, você pagaria o preço por esta nova experiência?
  2. Se você não pudesse tirar fotos e não pudesse compartilhar nada sobre a viagem que você pretende fazer, mesmo assim, você viajaria?
  3. Se não existisse ninguém no mundo para admirar o carro ou o apartamento dos seus sonhos. Será que você sacrificaria uma boa parte da sua vida trabalhando para comprar esses carros e esses apartamentos dos sonhos?
  4. Se ninguém pudesse ver as roupas que você pretende comprar, será que você não escolheria outras marcas e modelos?

Reflita. Faça aquilo que você gosta. Não faça aquilo que as pessoas gostariam que você fizesse. Não siga os conselhos deste artigo, não me deixe influenciar suas decisões, não permitam que outros ditem aquilo que você deve vestir, comer ou fazer. Você é que deve refletir sobre o que é melhor para você.

É difícil combater isso, somos naturalmente programados para imitir os padrões de consumo, as opiniões, gostos e comportamentos das outras pessoas. A criança nasce programada para imitar o comportamento dos pais. Quando cresce sem amadurecer, passam a imitar o comportamento dos amigos e dos famosos da televisão.

Para o bem da sua saúde mental e financeira, é importante se conhecer. Você deve descobrir o que é melhor para você, independente dos outros, mesmo que os outros sejam seus pais, seus amigos ou pessoas que você segue na internet.

Invista primeiro em você:

O primeiro investimento que devemos fazer para melhorar a nossa vida financeira é o investimento em conhecimento. Custa pouco e rende juros pelo resto da vida. Sem saber investir o nosso próprio dinheiro, não teremos bons resultados. Dependendo da opinião dos outros para saber onde investir, teremos resultados ainda piores. O conhecimento melhora nossos resultados e liberta da dependência dos outros. Escrevi uma série de livros que podem te ajudar muito a adquirir todo o conhecimento que precisa no menor tempo possível. Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.

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Deborah AlvesTiago MedeirosJoel SoaresFlávioMárcia Cunha Recent comment authors
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Alan
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Alan

Mais um ótimo artigo. Que cada vez, mais pessoas possam ser “influenciadas” a pensar e escolher com liberdade… Leandro, o seu (trabalho, hobby, sonho, ou o que quer que seja) é motivador e exemplo. PARABÉNS!!!

Ricardo
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Ricardo

Olá Leandro,

Mais um excelente artigo sobre educação financeira. O consumismo excessivo nos tornam reféns de um ciclo vicioso. As indústrias sempre criarão produtos novos – ou irão criar versões
de produtos já existentes – com o intuito de manter a população interessada e, de certo modo, escravo de bens materiais. A área de marketing ganhou um apoio importante no processo de disseminar nas pessoas a ideia que elas necessitam ter seus produtos: As redes sociais.

A ostentação na redes sociais fazem as pessoas se sentirem importantes. O ser humano gosta de ter seu ego inflado. Quando as empresas associam seus produtos a status elas acabam manipulando as pessoas a adquirirem coisas que, na realidade, a população acha que precisa.

Abraços.

Fernando
Visitante
Fernando

Leandro, Excelente texto e excelentes sugestões de ostentação nesse comentário!

Acho que o artigo poderia até ser ampliado para que se inclua nele essas sugestões de ostentação…

Edw
Visitante
Edw

Eu nunca fui imbecil para ficar me mostrando, mas posso dar uma dica. Nunca gostei de rede social. Uso por profissional, mas o ambiente em si acho podre e tóxico. Outro dia fiz um comentário que não foi corretamente interpretado pela maioria, que é burra em interpretação de texto , e em pouco tempo me vi debatendo e tentando explicar para porcos o quanto as pérolas são belas. Desde esse dia diminui o uso e garanto que estou com mais tempo na vida. Dica: antes de postar algo, leia um outro post. Nada do que escrever mudará o planeta ou fará diferença.

Carlos Santolin
Visitante
Carlos Santolin

Excelente artigo Leandro! Compartilho das mesmas opiniões e converso sobre essas coisas na minha roda de amigos. Obrigado por convidar todos para essas reflexões. Um abraço!

Leonardo
Visitante
Leonardo

Ótimo texto Leandro.. Hojer TER (ou aparentar TER) tem muito mais importância do que SER… Encontrei uma forma de evitar ser influenciado por essas realidades alternativas que seria trocar as horas de redes sociais por horas de leitura…

M Helena
Visitante
M Helena

Leandro, muito bom artigo!
A abordagem do tema já conduz a reflexão. As imagens falam por si só.
Obrigada, por compartilhar!

Pedro Keller
Visitante
Pedro Keller

Excelente artigo Leandro! Ocorre que, acredito que as pessoas com esse padrão de comportamento, infelizmente não acessam o conteúdo desse brilhante site. Abraços

José Augusto
Visitante
José Augusto

Fantastico artigo! Coloca em palavras o meu sentimento sobre status – acho que precisamos de muito pouco, e somos convencidos diariamente que devemos obter coisas que não precisamos.
Por favor Leandro, continue com seu excelente trabalho!

Ronaldo
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Ronaldo

Parabéns pelo artigo e pelo site, sempre com bom conteúdo.
O facebook deveria mudar o nome para faceland, porque é um mundo encantado da fantasia, praticamente todos são felizes, todos são bons, amorosos, alegres etc. As redes sociais são importantes nos dias atuais para muitas coisas, mas é preciso cautela para não iludir a si próprio e aos outros como fez a australiana. “Mutatis mutandis”, usando uma comparação esdrúxula, vejo as redes sociais como uma faca, que intrinsecamente não é boa nem ruim, tudo depende do uso que se faz dela, pode ser usada para cortar um pão ou para matar alguém. As redes sociais são ferramentas, que podem ser usadas para coisas boas ou ruins, aí depende do uso que for feito delas. Abraços!

Nascimento
Visitante
Nascimento

Excelente artigo – infelizmente vivemos em um período onde as pessoas são valorizadas (ou pensam que são) pelo que têm ( ou demonstram ter). O bem da verdade é que muitas de nossas ações são mecânicas, ” não pensamos sobre nossos pensamentos e ações e as consequências que geram”. Ter saúde mental e financeira são muito importantes para o bem estar pessoal. Estava lendo recentemente um livro sobre como os rabinos visualizam a relação do ser humano;dinheiro; riqueza,pobreza e aprendi muitas coisas.

Lucas
Visitante
Lucas

Parabéns Leandro! Excelente artigo para reflexão e análise.

Marciane
Visitante
Marciane

Excelente Artigo,
Creio que se as redes sociais não existissem, muitas pessoas não fariam o sacrifício que fazem para mostrar o que não são para pessoas que nem “gostam” O pior que isso custa caro, e tem famílias sacrificando um futuro inteiro em nome do status!
abs.

Louis
Visitante
Louis

Grande Leandro,
ótimo artigo, vivemos uma geração ostentação, onde gente trabalha como louco para pagar a prestação do iPhone ou do tênis caro.
Acho que quem exagera nas postagens não percebe o quão exibicionista está sendo. Acho extremamente brega quem posta foto toda vez que vai a um restaurante, ou toda vez que abre uma garrafa de bebida importada. Gente elegante não ostenta.
A discrição é uma virtude.

Mauro Amado
Visitante
Mauro Amado

Muito bom, Leandro. Belo artigo. Parabéns. É um assunto que apesar de parecer simples, mexe com condicionamentos psicológicos e pela história do que cada um passou, por isso é bem complexo superar essa vaidade e ter segurança sobre o que se é, mas estamos juntos nessa caminhada da vida. Obrigado pelos escritos!

Tony
Visitante
Tony

Fantástico Leandro. Parabéns.

Maicon
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Maicon

Me lembrou um texto do Contardo Calligaris, no qual ele disse que grande parte do sofrimento das pessoas vem do fato de que elas vivem para receber o reconhecimento e os aplausos dos demais. E que ele se esforçava cada vez mais para “não ser gostado”. Não no sentido de fazer coisas desagradáveis aos outros, mas simplesmente de fugir dessa obsessão por reconhecimento.

Claudio Riber
Visitante
Claudio Riber

Maravilhoso seu artigo!!! Conceitualmente importante no mundo atual!!

grande abraço e continue nutrindo esta plataforma da qual tantos são grandes fãs, eu inclusive!

JFS new paradigma
Visitante
JFS new paradigma

O melhor artigo que você ja escreveu.
obrigado.

Murilo
Visitante
Murilo

Boa tarde Leandro, você é rápido, ouvi sobre a reportagem desta jovem australiana hoje pela manhã enquanto dirigia para o trabalho, e também chamou minha atenção, felizmente hoje estou livre das redes sociais e hoje tenho meus gastos refletidos e planejados.
Você é muito bom com as palavras e argumentos, espero que continue com este ótimo trabalho que faz aqui em seu site, pois educação financeira é a chave para um futuro melhor de uma pessoa, de uma família, de um país.

Flávio Roberto Gomes Giraldi
Visitante
Flávio Roberto Gomes Giraldi

Oi Leandro, excelente artigo. Mas esse problema tem uma causa só: capitalismo. A máquina do capitalismo que nos impulsiona sempre a comprar, sempre a buscar o melhor. E esse capitalismo gera uma ideia coletiva, compartilhada e curtida por um monte de pessoas. É disso que o capitalismo se alimenta. Consumo. E quanto mais consumo mais o capitalismo é beneficiado. Só que é uma via de mão única. O único beneficiado é o capitalismo.
Não estou defendendo o socialismo ou comunismo. O capitalismo tem seu lado bom. Através dele as empresas crescem, a sociedade evolui. Novos produtos e/ou serviços mas eficientes surgem, pois o lucro e a competição entre as empresas em princípio leva a melhores produtos e serviços mais eficazes. Consumir é bom, mas com moderação. O consumo desenfreado é um vício e no cérebro funciona como tal, pois ativa as áreas relacionadas ao prazer.
Leandro, você falou em ostentar atitudes positivas ou altruístas. Um bom exemplo disso é a página do Fernando Aguzzoli. Ele relata as experiências no tempo em que conviveu com a sua avó, vitima do mal de Alzheimer. E tem um vídeio que ele fala justamente isso. Quantas pessoas há no mundo que fazem boas ações e não só ele. Em vez de compartilhar coisas triviais, por que não compartilhar experiências positivas de vida, ensinamentos, usar o Facebook, e outras redes para promover a sollidariedade.

Robson Santana
Visitante
Robson Santana

Excelente artigo, mostra de forma conteporânea um flagelo que atinge a sociedade como um todo. O tempo e o esforço as que pessoas gastam para criar um mundo perfeito nas redes sociais poderia ser utilizado para algo mais grandiosos e com certeza tão gratificante quanto.

Parabéns Leandro.

Giancarlo Fernandes
Visitante
Giancarlo Fernandes

Ótima reflexão Leandro. Considero que as redes sociais são apenas mais uma ferramenta que faz parte de outra grande ferramenta (que é a internet). Como qualquer ferramenta, é necessário que aprendamos a utilizá-la. Ela pode ser bem ou mau utilizada. Eu uso as redes sociais para me comunicar, compartilhar informações e me aproximar das pessoas que eu gosto e admiro. Hoje é muito mais fácil acompanhar as pessoas que admiro e cujas características e valores eu admiro, ou estão alinhados com os meus, do que antes das redes sociais. Hoje em dia, existem opções nas redes sociais para que você siga determinadas pessoas e bloqueie outras (bem como siga determinados conteúdos e bloqueie automaticamente os conteúdos ruins). É importante sabermos usar essas opções para facilitar nossa vida na utilização das redes ao invés de ficarmos navegando ao esmo. Quanto melhor aprendemos a usar uma determinada ferramenta mais proveito tiramos dela. Um abraço.

Rodrigo Hennrichs
Visitante
Rodrigo Hennrichs

Leandro, primeiramente parabéns pelo artigo. Na minha opinião, não existe nada mais frustrante que trabalhar um mês inteiro e colocar todo o fruto do esforço nas cestas das outros pessoas. Assim é o vaidoso, gasta tudo que pode e o que não pode para manter as aparências. Com certeza não conhecem o quanto é gratificante ter o poder decidir sobre aquilo que precisa ou não.
Mais uma vez, parabéns Leandro, por difundir a educação financeira, que é capaz de dar um choque de realidade naqueles que estão alheios às próprias necessidades.

Christian Eduardo
Visitante
Christian Eduardo

Olá Leandro e demais amigos leitores. Também vi a reportagem ontem sobre essa moça, acredito que por ser seu aniversário ela ganhou destaque, mas a história dela é realmente uma lição. Econtrei esse site abaixo, onde ela procura passar um pouco de sua experiência adquirida de forma bem conscientizadora. Apesar de estar em inglês acredito que vale o esforço para quem precisar traduzir, pois é uma lição de vida também. Eu li apenas a parte info, até o momento, mas já é suficiente para termos uma reflexão profunda sobre o assunto e perceber que podemos sim fazer a diferença, mesmo se “acreditarmos” sermos apenas um. Segue o endereço: http://www.letsbegamechangers.com/info/ (o próprio nome do site já revela o espírito conscientizador)

Cristiane
Visitante
Cristiane

Boa Tarde, Leandro
Lembrei-me de um artigo que li do Dr Flávio Gikovate que diz: Rede Social atiça a inveja e mexe com a frustração. Estar ali é como ser dono de uma revista de celebridade que publica as próprias notícias. Você vai à praia e põe lá. Compra e posta. Quem não foi e não tem baba. Olhar a vida alheia gera tensão. Não traz felicidade.
Mais um excelente artigo Leandro, obrigada.

Misael
Visitante
Misael

Ótimo artigo.
Ostentação é uma doença grave que esta afetando muitas pessoas, que são levados pela mídia, tatus e outros meios, se vc não estive na “moda” vc é um de outro mundo.
Não sou contra pessoas andar com roupas e perfumes caros,mais sou contra pessoas que não tem condição de compra, mas mesmo assim compra e no futuro próximo.
Conheço vários amigos(as) que nas fotos e na rua parecer ricos, roupas caras e relógios e jóias, paga bebidas caras para amigos, mas em casa fala que não tem dinheiro para paga as contas de casa.
Obrigado por compartilha mais essa lição de vida.

marcelo
Visitante
marcelo

é exatamente isso que digo para minha esposa.

qual a necessidade razoável em colocarmos tudo no face? mostrarmos uma vida perfeita?

infelizmente algumas pessoas perdem a mão e fazem de tudo para mostrar uma (falsa) felicidade sem fim, mesmo que isso consuma todo o tempo, verdadeira alegria, salário, economias, etc!

ter um bom carro, boa casa, ir para lugares legais é ótimo, mas, como tudo na vida, devemos ser razoáveis em todas nossas decisões. esse exibicionismo injustificado me deixa intrigado às vezes!

e parabéns pelo artigo!!!

Daniel
Visitante
Daniel

Um dos melhores textos que já li na minha vida…
As pessoas deviam se educar financeiramente.. é uma pena ver como os brasileiros são influenciados pela “sociedade de consumo” e pelas apelações de marketing exploradas na mídia.
Parabéns, Leandro!
Quase toda semana, converso com alguém e indico seu site para leitura.
Abraço!

Luciano
Visitante
Luciano

Excelente artigo! Eu sou considerado um ET entre meus amigos e familiares, pois não participo em nenhuma rede social além do whatsapp. Tenho tentado convencê-los que não precisamos disso.
Aproveito para perguntar…. a ótima oportunidade a respeito de acões que falaste no email, é devido ao baixíssimo índice bovespa e tendência de suba? Abraço!!

Gelson
Visitante
Gelson

Parabéns Leandro.
Seu artigo realmente está totalmente descrevendo a realidade atual da nossa sociedade.
Muito obrigado por compartilhar esse material de qualidade inigualável.

Emiliana
Visitante
Emiliana

Leandro, tem um vídeo no youtube muito bacana que é :”criança, a alma do negócio”, no qual se fala sobre o consumismo infantil, sobre a criança que há em mim e em vocês. Esse foi inclusive tema de redação no ENEM. Confesso que é muito difícil manter os pés no chão, há uma pressão social absurda… se você não der a festa top para seu filho você não é uma boa mãe, se você não tem um carro de luxo você não é bom no que faz, se você não tiver decorado sua casa espetacularmente você não tem gosto…se você não colocar seu filho no colégio dos famosos … São tantos ses…Quem paga suas contas? Quem realmente se importa com você? Onde estão os valores como compaixão, solidariedade, generosidade, gratidão? Estariam todos old fashioned?
Obrigada pelo momento de reflexão!

Demetrio
Visitante
Demetrio

Leandro,
O que mais gosto nos seus texto é que você, de forma muito didática, nos faz pensar sobre o assunto em questão, independente de concordar ou não com sua opinião. Parabéns meu amigo, você é um educador nato!

brunoalex4
Visitante
brunoalex4

“Um dia a conta chega e suas decisões passadas vão sabotar a sua estabilidade financeira futura. … ”

Baseado neste trecho do artigo recomendo a leitura da livro do economista Eduardo Gianetti, O Valor do Amanhã – Ensaio Sobre a Natureza dos Juros. É espetacular.

Leonardo Fróes
Visitante
Leonardo Fróes

Sensacional, Leandro!

Estou escrevendo minha monografia da faculdade justamente sobre esse tema. “Ostentação social no Facebook, a felicidade virtual é a mesma do mundo real?”.

Estou falando justamente dessa felicidade, na maioria das vezes falsa (ótimo exemplo essa menina Australiana), que as pessoas se sentem obrigadas a viver, e não somente isso, a mostrar também aos outros indivíduos.

Ótimo artigo e grande coincidência também! Parabéns!

Leina
Visitante
Leina

Boa tarde
Admiro seu trabalho pois além de uma visão diferente sobre a área financeira também nos faz refletir sobre outras áreas de nossa vida.
Obrigada!

João Paulo Marques
Visitante
João Paulo Marques

Excelente artigo. Como diria o sábio rei Salomão: “Vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.”

Fábio
Visitante
Felipe de Freitas
Visitante
Felipe de Freitas

Grande Leandro Ávila, parabéns por esse artigo! A grande realidade de nossa geração a ostentação. Conheço um monte de pessoas semelhantes! Vlw! Vou indicar o site!

Sérgio Contieri
Visitante
Sérgio Contieri

Seu trabalho tem trazido conhecimento e reflexão e o fato de tornar isso possível sem nos obrigar a compra-lo faz de você uma pessoa altruísta. Obrigado por seus ensinamentos e pelo tempo dedicado.

Uilson
Visitante
Uilson

Olá Leandro, como se diz antes queria SER, ser Médico, ser Professor, ser Advogado etc..
Depois queria TER, ter Dinheiro, ter Bens, ter Carro, ter de Tudo etc..
Agora basta PARECER, parecer Bonito, parecer Rico, parecer bem sucedido etc..
Parabéns pelo Artigo.

Helcio
Visitante
Helcio

Parabéns. Como li esses dias, “a simplicidade é a é o auge da sofisticação.”

katrine souza
Visitante
katrine souza

Excelente!!! Seus posts tem me ajudando bastante em controlar meu “dinheirinho”.
Fique bem longe de mim ideologia de consumismo, amém.(rs)
Muito grata!!!

Kelly Ribeiro
Visitante
Kelly Ribeiro

Adoro seus artigos!! Obrigada por usar da melhor maneira esse seu dom que é compartilhar sabedoria. Que Deus te abençoe!

Fábio Moraes
Visitante
Fábio Moraes

Boa tarde, Leandro. Parabéns por mais um excelente artigo.
Na minha opinião, lamentavelmente, a ostentação digital, cujo “êxito” é mensurado pelo número de curtidas, é falta de autoestima. Algo que poderia ser definido como Exoestima, uma dependência da aprovação do meio social em que se está inserido, seja ele, físico ou digital. Como você mesmo afirma no Livro Negro do Financiamento de imóveis, até por volta da década de 70, o prestígio e o reconhecimento social vinham do Ser. Ser um médico, Nutricionista, Engenheiro, Professor e por aí vai. Hoje em dia, o reconhecimento e o prestígio tem origem no ter, e cada vez mais o “aparecer” vem ganhando força, que somando-se com o “parecer” (ser bem sucedido), lembra mais uma brincadeira de criança, em que brincávamos de ter uma certa profissão. Um espécie de faz de conta. Acredito e sempre divulgo o seu trabalho, pois a Educação Financeira é o caminho para se fazer de um jeito “diferente”.

David
Visitante
David

Este artigo calou fundo em mim. Desejo mudanças, e por mais radical que possa parecer vou deixar facebook, instagram e swarm. A humildade é uma qualidade cada dia mais rara, ser admirado pelo caráter é infinitamente melhor do que pelo que se têm.

Fernando
Visitante
Fernando

Eu tô tranquilo. Tenho dinheiro guardado. Trabalho mais como opção atualmente, pois consigo com juros bancar todas minhas despesas, pois sou simples no vestir, no comer e no divertir.
Enquanto isso, a realidade bate na cara de muita gente que não conhecia a falsidade que essa geração de consumo classe C foi, tudo sem sustentação econômica. Primeiro se poupa, depois se enriquece, daí então se consome.

Saulo Almeida
Visitante
Saulo Almeida

Ótimo artigo Leandro! A reflexão sobre isso é extremamente importante! As pessoas devem criar coragem e encarar a realidade, que, de fato, não é apenas o mundo virtual em que estamos inseridos. Parabéns pelo seu trabalho!

Paulo
Visitante
Paulo

Simplesmente fantástico!

Paulo Marcos
Visitante
Paulo Marcos

Esse é um dos melhores artigos que já li em seu blog, Parabéns!

Márcia Cunha
Visitante
Márcia Cunha

Maravilhoso artigo e comentários de todos…
Acredito que a mídia consegue construir e/ou destruir a educação, a cultura … e infelizmente destruir tem sido mais lucrativo.

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